TROCANDO A ESPOSA PELA CUNHADINHA

Um conto erótico de Wiril
Categoria: Heterossexual
Data: 22/03/2012 02:02:59
Nota 9.82

O INEVITÁVEL PRIMEIRO CONTATO

Eu já estava casado há um ano. Minha esposa que foi criada a base de uma educação conservadora, pouco me proporcionava em termos de satisfação sexual. Aquilo me deixava muito carente, pois sempre gostava de uma transa diária e muito sacana para domar o meu tesão.

Minha cunhadinha, a irmã mais nova da minha esposa era um verdadeiro tesão que desabrochava. Loirinha, olhos verdes, corpinho escultural, bronzeada e com pelinhos dourados naquele lindo par de coxas macias, parece que sabia me atiçar e acho que sentia que eu mal podia desviar meus olhos dela. Aproveitava e abusava. Sempre de shortinho justinho, minissaia ou uma saia mais leve e comprida semitransparente, me deixava louco. Por debaixo daquela saia eu conseguia visualizar os contornos da sua xotinha estufadinha. Mas eu a tudo resistia em nome da honra e dos bons costumes.

Como eram férias ela veio passar umas semanas lá em casa. Sempre simpática e parece que farejando o meu tesão (dizem que a fêmea é atraída pelos feronômios do macho e vice-versa), sempre vivia me abraçando e se colando em mim. Qualquer situação era motivo para isto. Jogava travesseiro em mim. Agarrava-se em mim com a desculpa que ira cair. No sofá, vendo um filme, se abraçava em mim, desculpando que estava com medo da cena, e assim por diante. Eu já não aguentava mais aquele martírio. Minha esposa, muito na dela, nem dava atenção para o que estava acontecendo.

No final de semana, resolvemos dar um pulo até a praia. Eu vislumbrava que no andar da carruagem, alguma coisa ira acontecer. Esticados na areia, com um mar bem calmo, minha esposa já dormia sobre a toalha, tentando um bronze. A cunhadinha, com um biquininho vermelho estava uma delícia, que certamente eu não conseguia desviar os olhos daquele pedaço de paraíso.

Naquele tédio, falei que ia dar um mergulho e curtir um pouco as ondas. Não deu outra. Alegando que queria ir junto, pois tinha medo de entrar sozinha no mar, eu e a cunhadinha rumamos para o mesmo, após deixarmos um bilhetinho para a esposa que dormia, para não preocupá-la com a nossa ausência.

Premeditadamente, fui entrando bem ao largo, puxando ela pela mão. Ela demonstrando preocupação perguntava se não era perigoso. Eu dizia que não, pois tinha experiência de mar. O que queria mesmo era ficar longe das vistas de todos, apesar de que a praia estava um pouco deserta.

Ai começa a delícia e o meu martírio. Quando as ondas vinham nos levantava para cima e baixávamos novamente, desaparecendo das vistas das poucas pessoas distantes na areia, inclusive a minha esposa que dormia enquanto se bronzeava. A cunhadinha se agarrava em mim e sentia que ela adorava isto. E eu, naturalmente, fazia a mesma coisa. Já estávamos como um casal de namoradinhos, se deliciando com aquilo. Desde o início dos agarramentos meu pau já estava explodindo sob a sunga, dando para sentir o seu grande volume. A cunhadinha já estava sentido tudo aquilo e gostando ao que parecia, pois a cada onda que passava, fazia questão de se apertar contra ele, bem de encontro a sua xotinha que estava bem estufadinha sob o biquíni.

Senti que deveria envolvê-la mais diretamente na situação que estávamos passando. Então perguntei: Você está notando como estou excitado? Arrisquei, pois ela podia pedir para sairmos dali, ou desconversar. Qual não foi a minha surpresa quando ela respondeu me fitando com aqueles lindos olhos verdes: Notei, e o pior que eu também estou. Dizendo isto, se agarrou mais em mim, quase fazendo meu volume por debaixo da sunga entrar no meio das suas coxas macias. Instintivamente nos envolvemos num grande beijo, totalmente correspondido por ela que parecia não mais terminar.

Refeitos do beijo e com o nosso tesão mais a flor da pele, eu só pensava num jeito de sacar o meu pau duro para fora da sunga e colocá-lo por debaixo daquele biquíni e esfolá-lo naquele montinho de pelinhos macios que dava para sentir quando comecei a passar a mão sobre a sua xotinha. Com certa preocupação, ela me dando mais um beijo disse: querido, eu ainda sou virgem. Acho que nessa altura ela pensou que eu iria comê-la ali mesmo, coisa que eu e ela tínhamos consciência que estava difícil de controlar. Então, dando mais um beijo naquela boquinha sedenta disse: Fica calma, você não vai perder a virgindade, só vou massagear a sua xotinha com o meu pau, para você ver como é gostoso. Tá bom, disse ela, mostrando certa ansiedade, já que ia sentir um pau pela primeira vez esfolando a sua xotinha, sem penetrá-la.

Imediatamente, cortando mais uma onda que vinha, parecendo que queria embalar a nossa sacanagem, baixei um pouco a minha sunga, saltando meu pau para fora que já não aguentava mais naquele aperto. Sentindo curiosidade naquele rostinho, perguntei para a cunhadinha: Já pegou um pau duro na sua mão? Ela disse que não, só tinha visto em filmes ou fotos. Pegando na sua mãozinha, levei até o meu pau e senti que ela agarrou no mesmo. Então falou, com uma voz cheia de tesão: nossa, como é grande e grosso!... se fosse para entrar em mim, será que entraria? Respondi, entraria sim, bem gostoso e iria te matar de tanto prazer. Dizendo isto, já com a minha mão na sua xotinha sobre o biquíni, baixei um pouquinho o mesmo e acariciei aqueles pelinhos macios, deslizando os dedos pelos lábios da sua xotinha pude sentir mesmo embaixo da água do mar que a mesma estava toda lubrificada. Massageei um pouquinho o seu clitóris que já se encontrava durinho como um grãozinho de ervilha. A cunhadinha, cada vez mais agarrada em mim, começava a suspirar e me dava longos beijos, me ocasionando mais tesão ainda.

Levemente, ajeitei a cabeça do meu pau no meio dos lábios da xotinha da cunhadinha começando um pequeno movimento que massageava bem gostoso o seu clitóris. Sentia que cada vez ela mais me apertava e ajudava na direção da massagem rebolando aquela grutinha gostosa sobre o meu pau. Depois de cortarmos mais uma onda, se ajeitarmos novamente, não demorou muito para sentir o seu gozo que se deu com fortes espasmos do seu quadril contra o meu pau, suspiros, me chamando de amor, me beijando e dizendo que ela que queria ter casado comigo ao invés da sua irmã. Eu, ainda com dificuldade, procurando manter o controle da situação, cuidava para que os movimentos fortes dela na hora do gozo não fizessem que o meu pau penetrassem de vez aquela xotinha, pois não era minha intenção deflorá-la. Acredito que nessa altura, ela era a que menos estava preocupada com isto, pois se eu não tivesse o devido cuidado, teria acontecido uma penetração total com muita facilidade.

Preocupado com o tempo que já estávamos ausentes da areia, ajeitamos nossas roupas e falei que precisávamos voltar. Meu pau continuava duro que nem uma rocha. Ela falou, e você, vai sair do mar assim? Eu posso fazer alguma coisa para ele amolecer? Falei, num outro local você poderia sim. Topa uma próxima vez, onde podemos ficar bem à vontade e eu possa fazer você gozar várias vezes? Aí eu posso te ensinar como domar esse pau que morre de tesão por você. Ela falou que era o que mais ela queria e ia ficar mais tempo lá em casa para aproveitamos as oportunidades que aparecessem. Vagarosamente, fomos saindo da água, e quando já podia avistar lá na areia minha esposa acenando com a mão para nós. Felizmente com o meu pau já voltando ao normal pudemos disfarçar tranquilamente toda aquela sacanagem que ocorreu. Uma próxima oportunidade de aprofundamento do meu relacionamento com a cunhadinha era o que eu mais ansiava que ocorresse brevemente.

UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA O NOSSO ENVOLVIMENTO

Voltando da praia para casa, aquilo que se passou no mar com a cunhadinha não saída da minha cabeça. Sempre que olhava para ela, via que a ansiedade dela era a mesma. Sabíamos que tínhamos que fazer mais sacanagens, mas tínhamos que aguardar um momento certo.

Minha esposa, como sempre alheia aos fatos e continuando sem corresponder a todo o meu tesão, me vem com uma intimação: Minha irmã se inscreveu no vestibular na capital e você precisa levar ela nos três dias de prova. São sessenta quilômetros até lá e ela não poderá ir de ônibus, pois as provas terminam às 11 da noite e ela não teria como voltar. Na hora quase tive um enfarte, de alegria logicamente, pois era uma grande oportunidade que estava esperando para continuar os amassos na cunhadinha. Para disfarçar ainda fiz um charme, dizendo que ia ser cansativo, pois estaria de volta depois da meia noite e tinha que trabalhar noutro dia. Ela inda disse você já está acostumado com esta viagem, pois a faz toda noite para ir para a faculdade que inclusive é a mesma onde a mana vai fazer o vestibular. A cunhadinha, tendo conhecimento do papo falou: cunhado, se for cansativo para você, eu dou um jeito de ir de outra forma, não quero incomodar. Olhando para ela, notei sua piscadinha, tipo também disfarçando, pois a mesma estava mais ansiosa que eu por aquela oportunidade. Sem mostrar má vontade é claro, falei que não teria problema, que a levaria as três noites e a traria inteirinha para a casa, muito bem cuidada.

Até noite seguinte, que começavam as provas, a expectativa era muito grande. Certamente, minha e dela. Não víamos a hora de pegar a estrada. Chegando o dia da primeira viagem, peguei o meu Chevette novinho, embarcamos e pegamos a estrada. Já saindo no trevo da cidade em direção a capital a cunhadinha me abraça e me dá um grande beijo, dizendo no meu ouvido que estava sentindo muito tesão por mim, me fazendo quase perder a direção do carro. Falei que também estava e que teríamos que aproveitar aquela oportunidade.

Dirigindo e já com o pau duro, a cunhadinha notando começou massagear o mesmo por cima da minha calça. De vez em quando, retribuindo, levava a minha mão até o meio das suas belas coxas bronzeadas e macias e acariciava a sua chaninha por cima da calcinha branca rendada que com certeza a esta altura já estava toda lubrificadinha, louca por um cacete, apesar de ainda ser virgem.

Deixando ela na porta da faculdade, combinei que a esperaria na rua ao lado, que fizesse a prova com calma e que depois da saída teríamos tempo até a meia-noite para chegarmos em casa de volta. Disse que estava bom e que faria a prova rapidinho. E fez mesmo, não eram nem nove horas da noite e ela já estava entrando de volta no carro, com um ar de sacana e de grande excitação, pois sabia que algo de bom ia acontecer na sequencia entre nós.

Como eu conhecia na saída da cidade uma lanchonete serv car, rumamos para lá. Chegando, antes de pedir alguma coisa para comermos rapidinho, falei que teríamos três noites para fazermos as nossas brincadeiras e que pensaríamos numa maneira diferente de fazer a cada noite.

Após comermos o lanche que foi servido rapidinho, como propositadamente eu já tinha estacionado o carro num lugar meio escurinho, olhando para um casal que estava noutro carro ao longe, pudemos ver que eles já estavam transando dentro do carro. Mostrei para a cunhadinha e vi que o tesão dela explodiu ainda mais com a cena. Imediatamente me abraçou e nos atracamos num beijo de língua já com os nossos sexos sedentos de prazer. Em seguida, com uma voz totalmente sensual a danadinha me pede como seria a nossa brincadeira hoje. Falei que iríamos devagar, que eu iria fazê-la gozar bem gostoso e depois iria ensiná-la como me fazer gozar também. Sua fisionomia com aqueles olhinhos verdes e seus lindos cabelos loiros me dizia que não era para esperar mais tempo.

Desamarrando os lacinhos de sua blusinha que mantinham seus pequenos peitinhos apertados, liberei-os, começando a chupá-los com todo o apetite do mundo. Os mesmos que já estavam durinhos ficaram ainda mais e já pude sentir suspiros e gemidos de tesão da cunhadinha. Ao mesmo tempo, com a mão esquerda, levantei sua saia, alcançando a calcinha branca rendada que nesta altura já estava totalmente molhadinha. Levando minha mão por dentro da mesma, alcancei a sua xotinha, que estava toda lubrificada, e ao mesmo tempo que chupava gostoso os seus peitinhos, massageava o seu clitóris durinho. A cunhadinha quase não estava aguentando mais de tanto tesão, suspirando, aiiiii querido, como é gostoso, amooooooooooor, te amoooooooooo, quero você todo só prá mim, me come gostoso... e gemia igual uma cadelinha no cio. Meu pau que estava estourando sob a calça, liberei-o imediatamente, pondo todo para fora, quando num impulso ela o pegou e começou a massageá-lo, enquanto eu chupava seus peitinhos e bolinava sua xotinha. Após alguns minutos nesta cena, senti a mesma retesando todo o seu corpinho, agarrando com mais força o meu pau, aumentando seus gemidos e falando palavras desconexas, explodiu num grande gozo que chegou a lambuzar meus dedos que estavam na sua xotinha. Refeita do gozo, me dando um grande beijo falou que queria eu para sempre e que me amava muito mais que sua irmã.

Em seguida, com uma carinha de sacana me indagou: você disse que ia me ensinar a fazê-lo gozar, eu sei que o homem para gozar precisa ejacular aquele leitinho que sai do pau, como posso fazer isso? Como já tinha pensado e preparado o meu plano, falei que ela ia o fazer ejacular e gozar com a sua boquinha linda. Perguntando-me como deveria fazer, falei que era só por o meu pau na sua boquinha e com movimentos de vai e vem com os lábios por toda a sua extensão passar a linguinha em sequencia na cabeça dele. Só que tinha um problema, eu poderia gozar dentro da sua boca. Ela morrendo de vontade de chupar um pau pela primeira vez, me falou tudo bem, só não preciso engolir né? Disse que não, podia cuspir numa toalha (que intencionalmente eu já tinha no carro).

A cunhadinha não se deu por rogada. Caiu de boca no meu pau que a esta altura estava explodindo. E como aprendeu rápido. Sugava, chupava, ia até a raiz com os seus lábios macios e dava um trabalho de língua na glande que eu não pude aguentar por muito tempo. Para não deixar ela sem nenhuma retribuição, ao mesmo tempo em que me chupava muito gostoso, eu massageava a sua xotinha, com a minha mão direita por trás da sua bundinha. O meu tesão foi explodindo com mais força quando senti que ao mesmo tempo que ela chupava o meu pau, retorcia a sua bundinha e gemia, vislumbrando mais um gozo seu que estava vindo. Segurei um pouco, esperando o seu gozo, para gozarmos juntos. Não demorou muito, sentindo que ela também ia gozar, agora com o meu pau na boca, liberei meu gozo, enchendo a sua boquinha, misturados aos seus gemidos ocasionados por mais um gozo seu.

Alcançando a toalha, passei para ela, que liberou todo o meu gozo na mesma, aproveitando para enxugar a sua boquinha tesuda. Em seguida, me abraçou forte, e num beijo demorado, falou no meu ouvido: nunca pensei que isto era tão bom meu amor, você me faz a mulher mais feliz do mundo. Com muito amor falei para ela, imagina a gente transando completo, eu podendo socar o meu pau dentro da tua xaninha gostosa e poder liberar o meu gozo lá no fundinho dela, aí você ia ver o que é gozar de verdade. Com um rostinho de quem implora alguma coisa, ela me falou que não via a hora disso acontecer. Falei, vamos com calma, acho que você deve se resguardar para o teu futuro marido, quando um dia for casar. Falou que não pensava assim, e que seria difícil esperar. Queria mesmo gozar a vida. Falei amorzinho, temos uma estrada pela frente, lembra-se? Ela, feliz retrucou e amanhã tem mais, não tem? Falei, tem sim. E pegamos a estrada de volta para casa, abraçadinhos como dois namoradinhos apaixonados.

AMOR E ENVOLVIMENTO AUMENTANDO A CADA DIA

E lá ia eu pelo segundo dia levar a cunhadinha tesuda para fazer o vestibular na capital, distante a 60 km da minha casa, onde ela estava passando algumas semanas. Já tendo proporcionando um grande amasso nela na viagem da noite anterior e tendo podido gozar na sua boquinha tesuda, pensava como faríamos novas brincadeiras desta vez. Nem bem passamos do trevo, tomando a rodovia, já me abraçou lascando um grande beijo, dizendo que estava com muito tesão hoje também, me perguntando como iríamos brincar desta vez. Perguntei que prova teria. Cálculo me respondeu. E amanhã? Ah, amanhã é mais fácil, conhecimentos gerais. Então ponderei, como hoje você deve demorar um pouco mais, vamos repetir a dose de ontem lá no serv car, e amanhã, que é o último dia, podemos pensar numa coisa mais completa. O que você acha? Está bom, disse ela, mas não vejo a hora de chegar amanhã para fazermos algo mais forte, me lascando mais um beijo quente, com aquela carinha de safada e de tesão ao mesmo tempo, sempre acariciando o meu pau duro por toda a viagem.

Como no dia anterior, apesar de demorar um pouco mais para fazer a prova, depois de concluída, rumamos para o nosso cantinho. Lá chegando, fizemos um lanche rápido e nos atracamos nos amassos. Beijos de língua, chupando os peitinhos e bolinando a sua chaninha, já fiz ela gozar rapidamente. Na sequência, abocanhando o meu pau duro, também me fez gozar rapidinho na sua boquinha. Recompomo-nos, pagamos a conta e voltamos satisfeitos para casa, na grande expectativa do dia seguinte.

No último dia, rumamos novamente em direção à capital. Já na estrada, abraçada a mim (já estávamos viajando como dois namoradinhos), depois de um apaixonado beijo, me perguntou, como seria a nossa safadeza hoje. Falei, vai lá, faz a prova rapidinho, já que hoje deve ser mais fácil, depois vamos sair e com mais tempo, vou ter uma surpresinha para você. Notei que a sua carinha se irradiou de expectativa e tesão, me falando que o jeito era esperar então. Ainda antes de chegar a faculdade, me perguntou como estava me virando com a sua irmã, minha esposa, se ela não tinha notado nada ainda. Falei, que não, que por ela, poderia ficar um mês inteiro sem transar que ela não se importava. Era frígida, e quando eu a procurava era só papai e mamãe, sem nenhuma variação interessante e ainda tinha que ser no escuro e sem tirar a roupa. Com uma cara de apavorada, falou como que eu fui casar com uma mulher assim, que ela que tinha que ser a minha mulher, que ia me matar de tanto trepar e me faria muito feliz.

Naquela noite, esperei sua saída da prova que foi muito rápida. Em pouco mais de uma hora já estava subindo no carro novamente. Radiante, carregava no semblante um misto de expectativa e tesão intenso. Arranquei o carro, sem tirar os olhos das suas belas coxas a mostra, com sua saia larga, bastante levantada, deixando aquilo a vista, que me deixava mais louco ainda para a safadeza que íamos fazer. Já tendo planejado, me dirigi para a rodovia de saída da cidade indo parar na porta de um motel. Então e essa a surpresa, falou com aquela boquinha tesuda, que eu não via a hora de cobrir de beijos. Falei sim, o que você acha? Respondeu-me que nunca tinha entrado num motel e que seria bom, pois não via a hora de estar a vontade comigo. Falei que poderíamos ficar umas duas horas, para podermos estar de volta em casa pouco após a meia-noite. Pedi duas horas na portaria e nos dirigimos para uma suíte. Já na mesma, as sós, notei a cunhadinha maravilhada com tudo. Fomos tomar um banho juntos rapidinho, eu lavando todo o seu corpinho e ela demorando-se em lavar e acariciar o meu pau que com a excitação estava super duro. Depois de nos secar rapidamente, se atracamos num grande beijo, com ela rebolando gostoso na ponta do meu pau, parece que querendo colocar ele todo para dentro da sua chaninha que estava toda ensopada. Suspirando e com a voz tesuda me falou que queria ele todo dentro dela, para poder sentir ele derramar o leitinho lá no fundo. Falei que precisávamos pensar melhor isso, mas que eu ia atender o seu pedido, gozando dentro dela de outra forma. Deitamos na cama, mandei ela ficar com a chaninha na minha boca e começar a chupar o meu pau ao mesmo tempo, iniciando um sessenta e nove super gostoso. Agora quero sentir o seu gozo na minha boca, falei. Com um apetite voraz ela abocanhou meu pau e começou uma chupeta me deixando louco. Ao mesmo tempo chupava e lambia aquela chaninha, e como seu cuzinho rosadinho piscava sem parar, massageava ele também, colocando de vez em quando metade do meu dedo indicador, sentindo sua pressão e quentura. Ela urrava e gemia com o meu pau na boca, rebolando aquela bundinha gostosa com a chotinha na minha boca. Não demorou muito, retesando o seu quadril para frente e para trás, explodiu num gozo fenomenal, me chamando de gostoso e puto e que adorava o meu pau, que não poderia viver sem ele e que queria ele todinho dentro dela.

Depois daquele gozo intenso, saindo daquela posição, ela veio por cima de mim e me beijando como louca começou a implorar para que eu a penetrasse que já não aguentava mais aquele martírio e que queria sentir toda a grossura e dureza do meu pau dentro dela, jorrando o meu gozo. Falei que ainda não era o momento, mas que se ela me deixasse penetrar o seu cuzinho, poderia gozar lá no fundinho e que ia ser muito gostoso.

Com todo o tesão que aflorava ainda sobre a sua pele, perguntou se não ia doer. Falei que não, iria lubrificá-lo e meu pau entraria fácil e se doesse um pouquinho eu pararia até ele se acostumar com o diâmetro do meu pau. Topando na hora, pois queria o meu pau dentro dela de qualquer forma, esta era uma oportunidade. Mandei ela deitar na cama com a bundinha para cima, peguei um lubrificando que tinha já disponível na cabeceira da cama, fui massageando aquele buraquinho até dilatar um pouquinho. Vi que ela sentia tanto tesão no cuzinho como na chaninha, pois rebolava e gemia como louca. Lubrifiquei também o meu pau e comecei a penetração. Entrando a cabeça, senti que ela se encolheu um pouco, parei e perguntei se queria que parasse. Falou que não, queria sentir tudo lá. Dei mais uma investida e foi a metade. Levei minha mão por baixo e comecei a massagear sua chaninha e clitóris. Em pouco tempo ela já estava rebolando a bundinha contra o meu pau, indo o mesmo até o fundo, quando pude sentir minhas bolas batendo na sua bundinha. Lentamente comecei um movimento de vai e vem e sentindo seus suspiros e gemidos com o pau enterrado na bundinha e as massagens no clitóris, pude notar que ela ia ter um orgasmo rapidinho. Acelerei os movimentos e os seus gemidos de tesão contribuíram para que o meu gozo que já estava por acontecer. Beijando o seu rostinho e seus cabelos loiros, falei no seu ouvido que íamos gozar ao mesmo tempo. Não demorou muito ela começou a se contrair e a gemer mais forte, me chamando de pausudo gostoso. Quando começou a explodir num gozo forte (dizem que o gozo anal é o mais forte que existe), comecei a jorrar todo o meu leitinho naquele buraquinho quentinho e apertado, sentindo cada contração que o mesmo fazia quase cortando o meu pau.

Depois disto, ficamos por alguns minutos agarradinhos e depois lentamente fui tirando o meu pau do seu buraquinho, quando pude ver o leitinho escorrendo por entre suas pernas. Cuidei para que não fosse em direção a chaninha, pois poderia engravidá-la, mesmo continuando virgem. Levei-a até o vaso e a ensinei a expelir o resto do meu leitinho, que ficou completo com mais uma ducha no chuveiro.

Já vestindo nossas roupas, perguntei o que ela achou da experiência. Me falou que adorou e que noutra ocasião queria mais e que queria ser minha amante para sempre, quando nos agarramos num beijo apaixonado e demorado. Para deixá-la com mais segurança, falei que a coisa estava ficando complicada, pois eu estava ficando apaixonado por ela também. Senti seus olhinhos brilharem, quando me falou que um dia a gente ainda iria resolver essa situação e que ela não sossegaria enquanto eu não tirasse a sua virgindade, pois já tinha mais de dezoito anos e sabia o que queria. Pegamos o carro, paguei o motel e seguimos para casa, como sempre, abraçadinhos e felizes.

O INEVITÁVEL E DELICIOSO ENVOLVIMENTO TOTAL

A cunhadinha continuava a passar as férias lá em casa. Já tinha passado uma semana da última vez que a levei no vestibular e fizemos toda aquela aventura durante três noites onde ficamos muito íntimos, tudo isto tendo começado na praia, quando dei o primeiro trato nela. O tesão em nós florescia todos os dias, mas sem nenhuma oportunidade, pois a minha esposa que era professora também estava de férias e sempre estava por perto. Uma vez ou outra, sorrateiramente na cozinha ou na sala, quando esbarrávamos podíamos apenas dar um beijinho de forma rápida, atiçando mais nossos tesões. Uma noite, de madrugada, escutei gemidos vindos do quarto da cunhadinha. Estando minha esposa num sono pesado, levantei e fui sem fazer barulho até a porta que estava entreaberta. A cena que vislumbrei foi digna de explodir o meu pau de tesão, ajudado pela claridade da luz da rua que adentrava ao quarto. A cunhadinha, sonhando se retorcia na cama e gemia como se estivesse numa forte transa, só parando quando pareceu gozar intensamente. A vontade que tive foi pular naquela cama e possuí-la por completo. Mas não podia, pois ela era virgem e eu em nome da honradez e dos bons costumes não deveria fazer isso, apesar das fortes insistências da mesma para que isso acontecesse.

Mais um dia estava passando e a minha impaciência por mais uma sacanagem com ela estava ficando cada vez maior e notava que a dela também. E isto ela fazia questão de me mostrar. Quando a mana não estava por perto, sempre com uma minissaia abria aquele par de coxas lindas e acariciava a chaninha por cima da calcinha para eu ver, como se fosse um chamamento para o amor. Já estava ficando maluco, tinha que bolar um plano que desse uma oportunidade para nós.

Naquela sexta-feira, de manhã, parece que os deuses estavam com pena de nós e resolveram cooperar. Minha esposa, após receber um telefonema, disse para nós que estava sendo convocada para um treinamento de três dias na capital, a partir da segunda-feira seguinte, com atividades durante o dia e a noite. Um ar de extrema felicidade tomou conta de mim e mais da cunhadinha, devidamente disfarçados, é claro, pois ninguém poderia dar bandeira numa hora dessas. Minha esposa começou a demonstrar preocupação como poderia participar do treinamento, deixando a casa, quem iria cuidar da mesma, preparar as refeições, etc. Ponderando, para não dar na vista, falei que o jeito era então eu levá-la todos os dias até a capital, de carro. Falou que não, pois tinha atividade a noite e poderia ficar muito tarde. Voltando-se para a mana, que impacientemente demonstrava também buscar uma saída para o impasse, perguntou, você cuidaria da casa para mim nesse período e faria a comida para o teu cunhado que tem que ir trabalhar? Certamente, com uma indagação dessas, já decidindo uma possível solução para o problema, a cunhadinha jamais se negaria. Falou então, claro que atendo tudo, se a mana acha que fica bom assim, pode ir para o treinamento sossegada que aqui vai continuar tudo como você faz. Então tá certo, vocês me levam no domingo a noite, depois voltam para casa. Falei, por mim tudo bem. Levantando da mesa do café anunciei que estava indo trabalhar, falando para não esquecer que precisavam comprar uns bifes para o almoço, pois tinha acabado de ver no freezer que os mesmos tinham terminado. Minha esposa imediatamente falou, a mana aproveita a carona com você e passa no mercado comprar, pode ser? A cunhadinha, sem nenhuma má vontade se dispôs imediatamente em me acompanhar.

Embarcamos no carro, saindo pela rua devagar, pois a mesma demonstrava uma vontade imensa de falar um monte de coisas para mim. Cuidando que ninguém nos observava, já me lascou um imenso beijo apaixonado, dizendo que tinha rezado bastante para essa oportunidade aparecer, que toda a noite sonha que está transando comigo e que tem acordado toda manhã com a calcinha meladinha. Disse ainda, que durante estes três dias seria a minha mulher de fato e que nós iríamos se fartar de tanto transar. Falei, tudo bem, é o que mais quero também, mas temos que lembrar que você é virgem e não é correto eu deflorá-la, se alguém fica sabendo, imagina o que vão dizer de mim? Disse, deixa isto comigo, eu quero ser mulher de verdade e já escolhi você para me transformar numa fêmea e vou te fazer muito feliz com isso. Deixei-a na porta do mercado e fui para o escritório pensando com os meus botões, e agora, o que é que eu faço? Isto já prenunciando que o instinto de macho falaria mais alto.

No domingo à noite, fomos eu e a cunhadinha levar a esposa até a capital para deixá-la no centro de treinamento de professores. A cunhadinha sentada no banco de trás, de vez em quando pelo retrovisor via que com a sua minissaia, coxas entreabertas, vestia uma calcinha preta rendada, um verdadeiro tesão. Deixando a esposa no portão de entrada do centro, após as recomendações que ela fez à mana, para cuidar bem de mim e da casa e as despedidas de praxe, com a cunhadinha passando para o banco da frente, rumamos de volta. Já a poucas quadras do local, ela me abraça dando um beijo apaixonado, já com a mão em cima do meu pau, que a esta altura já estava duro devido a excitação que se prenunciava, ainda maliciou: das recomendações da mana, a que mais eu vou obedecer é a de cuidar bem de você meu macho querido, vou ser a tua fêmea total todos este dias que nos esperam, começando por esta noite.

Fizemos os 60 km de volta tão rápido que não deu nem para notar. Chegando, guardamos o carro na garagem, entramos em casa, procurei fechar todas as janelas e cortinas para ficarmos bem a vontade, nos desfizemos das roupas e formos para o banheiro tomar uma ducha. Vendo aquele corpinho tesudo pedindo por cacete, meu pau em riste era massageado, abocanhado e esfregado na chaninha da cunhadinha, tudo controlado por ela mesmo. Saindo do banheiro, sempre agarrados, nos secamos, deixei uma meia-luz no quarto de casal, coloquei uma música apropriada para o ato e nos jogamos na cama.

Comecei beijando aquela boquinha sedenta, fui descendo até aqueles peitinhos durinhos que passei a sugar com muito apetite. Continuei pela sua barriguinha lisinha e firme, coxas até o seu pezinho, subindo e me deparando com aquele montinho de Vênus com os pelinhos aparadinhos e macios, que iniciei um trato de língua. A cunhadinha, já com aquelas lindas coxas entreabertas se retorcia e gemia, não demorando em explodir num demorado gozo. Em seguida, tomando o meu pau, abocanhou ele inteiro, fazendo uma deliciosa chupeta por mais de dez minutos, até eu já não aguentar mais. Em seguida, se acomodou no travesseiro, entreabrindo aquelas coxas deliciosas, me puxou pra cima dela, me dando um grande e demorado beijo, me falou cheia de tesão no meu ouvido: me possua, me penetre, quero ser totalmente sua meu macho gostoso... Ainda um pouco resistente, apesar de que sabia que não tinha outra saída, passei a dar mais uns beijinhos naquela bucetinha, enfeitada pelos pelinhos macios e douradinhos cujos lábios rosados se abriam como pétalas de uma flor perfumada, devido ao seu clitóris que os contraída, pois se achava totalmente retesado pelo tesão que ela estava sentindo. Encaixei-me frente suas pernas abertas e passei a massagear aquela fonte de prazer com a cabeça do meu pau. Como estava toda meladinha pelo tesão que ela estava sentindo, a cabeça do meu pau deslizava com extrema facilidade por toda a sua chaninha, e propositadamente, para ela sentir, quando passava pelo seu cabacinho eu forçava um pouquinho testando a sua resistência. Nesta altura, ela já não se controlava mais, gemia, se retorcia e murmurava... me come... enterra tudo em mim meu macho tesudo... por favor, não me judie... Como eu estava indo muito devagar, num dado momento ela não aguentando mais tomou a iniciativa. Puxou-me para cima dela e num jogo de quadril, sem eu menos esperar, empurrou com força sua chaninha contra o meu pau que já estava ajeitado na entradinha daquela grutinha, promovendo uma penetração total. Só pude ouvir o seu urro de prazer e sentir aquele buraquinho maravilhoso quentinho e apertadinho que sugava todo o meu pau. Imóveis, nos beijamos apaixonadamente, quando ela começou a mexer seu quadril devagarzinho. Já que o serviço estava feito, comecei lentamente um movimento de vai e vem, sentindo o meu pau bater até o fundinho daquela grutinha super apertadinha. Sentindo seus gemidos que pareciam músicas para os meus ouvidos, com o meu tesão e o dela incontrolável, passei a socar naquele buraquinho com força, sentindo o seu gozo que estava por explodir. Nesta altura nem estava sentindo o cravar de suas unhas em minhas costas, apenas heroicamente me controlando para não gozar naquele fundinho, coisa que consegui até ela gemer com todas as suas forças, me chamando de gostoso, me beijando e gozando um êxtase que parecia não ter mais fim que sentia pelas várias contrações da sua grutinha no meu pau. Quando senti que terminou o seu gozo, dei mais umas bombadinhas e rapidamente tirei o meu pau daquele buraquinho, inundando sua barriguinha e pelinhos com golfadas do meu leitinho. Na tirada do meu pau da sua grutinha escutei o “flop” que fez, devido ela ser muito apertadinha. Ficamos agarradinhos por alguns minutos se beijando apaixonadamente, podendo ver em seguida, uma pequena gotinha de sangue que escorria da sua chaninha. Em seguida, formos até o banheiro, nos limpamos, tomamos mais uma ducha e ela me abraçando e me beijando, disse carinhosamente que agora era a minha femeazinha e eu era o seu macho e poderíamos transar completo todas as noites que nos esperavam e que ela queria também durante o dia. Rindo, perguntei, será que eu vou aguentar todo este teu fogo minha princesinha? Falou, vai sim. Em seguida, peladinhos, me puxou até a cozinha e começou a preparar um lanchinho gostoso para nós dizendo que ia tratar bem de mim.

Após fazer o lanche voltamos para cama. Abraçadinhos e dando beijinhos nela perguntei como se sentia agora não sendo mais virgem. Disse-me que se sentia muito bem e muito feliz por ter feito uma coisa que tanto queria. Confessou-me que já há alguns anos pensava fazer isto, mas tinha que ser com um homem que amava e esta pessoa, com o tempo, passou a ter certeza que era eu. Perguntei ainda, não teve receio na hora, não doeu a penetração? Pois na praia, a primeira vez que você tocou no meu pau, não achou ele muito grande e grosso? Não, me falou com a carinha tesuda de sempre. Na hora que eu forcei a entrada, só senti uma pequena ardidura que passou rapidinho após a penetração, pois eu estava com muita vontade. O teu pau é muito gostoso, muito macio e a cabeçorra dele que parece um capacete, quando está lá no fundo quase me mata de tesão, por isso que gozei rapidinho. Falei, acredito, pois dizem que a maioria das mulheres não consegue gozar com a primeira penetração. Nesta altura, peladinhos e grudadinhos na cama, puxando o lençol, falei, vamos dormir meu anjo, pois amanhã tenho que trabalhar. Ajeitamo-nos de conchinha, com ela de costa para mim, com aquela cabeleira loira linda e macia quase tampando o meu rosto e com o meu pau semi-flácido entaladinho na sua bundinha. Que delícia, assim dormimos até amanhecer o dia.

Na manhã seguinte, lá pelas sete horas tive a grata satisfação de acordar com aquele anjo manipulando e dando beijinho no meu pau que rapidamente ficou totalmente excitado. Como ela estava com a bundinha virada na direção do meu rosto, com aquela xotinha rosada e linda pedindo um trato, passei a chupá-la, penetrando de vez em quando minha língua naquele buraquinho que parecia prontinho e sedento por mais pau. Era o tesão matutino que tomava conta de nós e tínhamos que satisfazê-lo. Passado um tempinho, paramos aquele sessenta e nove, eu deitado de costas com o pau apontando pra o teto, ela foi por cima e de cócoras sobre o mesmo, com a sua mão ajeitava a pontaria na entrada do seu buraquinho. Massageando a xotinha com a cabeça do pau, que a esta altura estava totalmente lubrificada com o nosso tesão, foi baixando aquele corpo tesudo sobre o mesmo. Na primeira baixada, passou a cabeça e foi até a metade do pau naquele buraquinho apertadinho. Levantei um pouco do travesseiro, abracei-a, sentindo seus peitinhos duros contra o meu peito, nos beijamos apaixonadamente, depois ela foi soltando mais o seu corpo, completando a penetração, quando pude sentir seus pelinhos lindos se juntarem com os meus. Tudo aquilo era um paraíso que estávamos vivendo. Na sequência, ora com movimentos de sobe e desce, ora rebolando gostosamente sobre aquela rola, não demorou muito a explodir num gozo prolongado aos gemidos e sussurros me chamando de amor gostoso. Eu me controlei, segurando o meu gozo, pois não queria ejacular dentro daquele buraquinho, com muito esforço, pois a vontade era encher o mesmo com o meu esperma. Assim, pedi para ela sair da penetração e deitar ao meu lado. Montei cavalo sobre a sua barriguinha e ensinei-a a bater uma punhetinha no meu pau. Com aquela mãozinha carinhosa, aquelas lindas unhas super cuidadas, pintadas de rosa, não demorou muito e comecei a jorrar golfadas de esperma sobre os seus peitinhos, que ficaram todos lambuzados com o leitinho branco, que completou, esfregando a cabeça do meu pau nos biquinhos duros, quando derramava as últimas gotas de esperma. Notei que ela assistia tudo aquilo com o maior tesão e maravilhada. Ainda falou, queria esse pau latejando dentro de mim, ai que gostoso deve ser... Falei, hoje a noite vamos achar um jeito de satisfazer esta tua vontade meu amor. Fomos para uma ducha rápida, depois na cozinha preparei um café e tomamos junto, ora comendo, ora dando beijos apaixonados. Vesti-me, fui para o escritório prometendo que voltaria para o almoço, sentindo uma tristeza em seu rostinho, por ter que ficar sem eu. Dirigindo o carro em direção ao trabalho, pela primeira vez comecei a sentir que alguma coisa faltava. Quando antes fazia a mesma coisa com minha esposa ficando em casa eu nada sentia. Até ficava mais aliviado quando a deixava em casa e ia para o trabalho. Agora era diferente. Uma nova realidade estava acontecendo. Eu queria ficar ao lado dela. E não era só pelo sexo delicioso que ela me proporcionava. Era mais do que isto. Estava acontecendo uma coisa que eu jamais imaginava. Estava apaixonado por aquele anjo. Essa era a realidade.

No escritório, até o meio dia, coloquei em dia as pendências, incumbi o meu imediato para tomar conta do resto comunicando-o que só voltaria no outro dia, devido a um compromisso que tinha. Voltando para casa, encontro a cunhadinha maravilhosa como sempre, com um belo almoço a minha espera, quando correu para me receber na porta. Já fiquei extremamente excitado quando vi que ela usava apenas um bustierzinho enfeitando aqueles lindos peitinhos e um aventalzinho por cima de uma calcinha preta que realçava os contornos do seu corpinho maravilhoso. Perguntei, com certo ciúme, você não está saindo vestida assim lá fora, hem amor? Claro que não querido, estou assim só para você. E saiba que foi difícil aguentar a sua ausência. Entre beijinhos apaixonados e amassos que estavam de difícil controle ela me falou que a mana tinha ligado e que o treinamento estava indo tudo bem lá na capital. Na mesinha da cozinha, com ela sentada no meu colo, entre beijinhos e comidinhas, almoçamos como dois namoradinhos apaixonados.

Após o almoço, me perguntou se tinha que voltar logo para o trabalho. Falei, tenho uma surpresinha para você. Deixei tudo acertado por lá. Só vou voltar amanhã. Vamos passar toda esta tarde e noite juntos, só eu e você neste ninho de amor. Ficou radiante com tamanha felicidade estampada no seu rostinho, me abraçando e beijando sem parar. Ajudei-a limpar a cozinha e depois, já despidos, nos jogamos na cama e começamos a desfrutar com intensidade todo aquele tempo que teríamos pela frente.

Incrível o que acontecia com a aproximação de nossos corpos. Parecia que se incendiavam de tesão, tanto o meu como o dela. Era uma força e energia mágica que nos envolvia. Uma química completa. Instintivamente, iniciei um banho de língua em todo aquele corpinho tesudo, me detendo naqueles pelinhos macios que emolduravam sua xotinha. De lado, me ajeitei com o meu pau na direção do seu rostinho, iniciando um sessenta e nove delicioso. Via que o seu apetite era tanto quanto o meu. A certa altura, ela falou que queria tanto ter aquele pau pulsando dentro da sua xotinha. Perguntei quando tinha começado a sua última menstruação. Disse-me que há mais de três semanas e que tinha um ciclo muito regular. Com meus conhecimentos da tabela de fertilidade, falei que ela estava num período de segurança, podendo, portanto receber meu esperma sem nenhum perigo. Totalmente excitados, abrindo aquele lindo par de pernas onde se destacavam pelinhos dourados sobre a pele bronzeada, falei, vamos lá minha deusa, para você me sentir inteirinho dentro de você, bem gostoso, vamos fazer um papai-mamãe. Posicionei meu cacete duro na entradinha daquele buraquinho, cuja cabeça foi sendo engolida por ele, com uma penetração quase total. Deitei-me carinhosamente sobre ela nos envolvendo num grande beijo. Chupando seus peitinhos, pescoço e boquinha, comecei moderadamente um movimento de vai e vem, que era correspondido pelos seus movimentos de quadril contra o meu pau. Em pouco tempo já gemia igual a uma cadelinha no cio, dando fortes chupadas no meu pescoço e peito. Acelerei os movimentos e ela me chamava de pausudo gostoso, meu amor, te adoro... Sussurrando no seu ouvido, falei amor vamos gozar juntos. Fui controlando, esperando o gozo dela que já estava para explodir. Quando ela começou a rebolar embaixo daquela vara que nem uma louca, gemendo alto, acelerei meu movimento, estocando forte no fundo daquela xotinha, explodindo juntos num gozo que parecia não ter mais fim. Acho que consegui dar mais de dez ejaculadas naquele fundinho, deixando-a louca com as pulsações do meu pau atolado naquele buraquinho apertado, pois a cada socada e ejaculada que dava ela me apertava, cravava suas unhas em minhas costas e chupava fortemente meu pescoço, gemendo que nem uma doida, com a sua xotinha também se contraindo deliciosamente. Vagarosamente, fui tirando o meu pau de dentro dela, sempre a cobrindo de beijinhos. Notando sua fisionomia de satisfação e felicidade, perguntei se tinha gostado da experiência. Abraçando-me falou que foi a coisa mais gostosa do mundo que já tinha sentido, um homem dentro dela gozando junto e sentindo uma coisa muito forte, indescritível. Afastando um pouco suas pernas, perguntei, não quer ver o leitinho escorrendo da tua xotinha? Ficando sentada na cama, pode ver um grande volume de esperma brotando da xotinha, pingando no lençol da cama. Com aqueles lindos olhos verdes me fitando, me abraçou e falou, querido que lindo, um pouquinho de você que ficou dentro de mim. Agora você é meu. Quero-te pela vida toda. Como já estava apaixonado por aquele anjo, abracei-a e fomos ao banheiro tomar uma ducha agarradinhos. Olhando no espelho, pude ver as marcas de pescoço chupado que ela tinha deixado em mim. Isto elevou o meu ego e instinto de macho e me fez amá-la ainda mais.

Voltando para o quarto, nos jogamos novamente na cama. Antes, coloquei um vídeo no cdplayer para assistirmos e passar a tarde. O filme que já tinha disponível era “Instinto Selvagem”. Perguntando se já tinha assistido, disse que não, mas que já tinha ouvido falar que era bastante pesado. Falei que se tratava de sexo um pouco selvagem, tipo instinto animal. Começando, vi que ela estava bastante curiosa e acompanhava todas as cenas, sempre agarradinha em mim. Especialmente na cena da penetração anal, notei que ela estava bastante excitada, quando falou que daquele modo a mulher deveria estar gozando bem gostoso com as estocadas que o homem dava nela por trás. Terminado o filme, como estava bastante calor, falei para ela, vamos tomar mais uma ducha juntinhos? Falou-me com um olharzinho de safada, vamos fazer lá no banheiro igual ao filme? Na verdade, era o que eu queria.

Deixei a ducha bem morninha e extremamente já excitados e ensaboados, agarradinhos, por trás já esfolava o meu pau duro naquela bundinha tesuda ao mesmo tempo em que com a mão direita massageava o seu clitóris durinho e com a esquerda o seu peitinho, sempre dando beijinhos no seu pescoço. Pouco tempo nesta situação notei que o seu orgasmo já estava florescendo. Falei então no seu ouvido, amor, vamos agora fazer o “fio-terra”. Morrendo de tesão perguntou-me como era. Expliquei que iria fazê-la gozar com massagens no seu clitóris e ao mesmo tempo, colocaria a cabeça do meu pau no seu cuzinho e quando começassem as contrações do seu gozo o seu cuzinho engoliria todo o meu pau, levando-a a um orgasmo muito forte. Já gemendo, sussurrou que era tudo o que ela queria. Lubrifiquei toda a sua bundinha e o meu pau com um óleo de amêndoa que tinha no banheiro, encostei sua cabeça naquele buraquinho apertado que já estava piscando e acelerei a massagem no seu clitóris. Em pouco tempo ela já empinava aquela bundinha contra o meu pau. Vindo o seu gozo, senti o seu cuzinho piscando, quando o mesmo foi sugando o meu pau, promovendo uma deliciosa penetração anal. Cadenciando socadas no cuzinho e a massagem no clitóris, minha tesudinha explodiu num gozo intenso, gemendo e se retorcendo que nem uma deusa endemoniada. Não aguentei e inundei aquele fundinho com fortes jatos de esperma. Ficamos um pouquinho agarradinhos daquele jeito e depois tirando devagarzinho meu pau daquele buraquinho apertado, ficamos de frente e nos beijamos apaixonadamente. Ainda ela me falou, por isso que eu te amo tanto querido, pois você sabe satisfazer uma mulher e torná-la muito feliz. Falei eu também te amo meu amor. Terminando a nossa ducha, já limpos, nos secamos e fomos para a cozinha preparar um lanche.

Tínhamos ainda todo aquele restinho de tarde e a noite toda para estar juntos. Pensando em dar um tempinho, pois estávamos fazendo sexo continuamente desde a noite anterior, falei, amor, vamos por uma roupa leve e passarmos esta noite namorando bem gostoso? Minha intenção era não ficarmos com os nossos corpos nus expostos, pois dessa forma o sexo era inevitável. Falou-me, que bom amor, adoro ficar namorando você, indo em seguida para o seu quarto e em pouco tempo, voltando com um shortinho branco justinho, que realçava ainda mais o seu corpinho bronzeado e uma mini-blusa que apertava seus peitinhos. Eu já vestido com uma bermuda, verifiquei que minha intenção da não incitação ao sexo não ia adiantar muito, pois com aquela roupa ela continuava tão tesudinha como sempre. Assim, a noite transcorria normal, assistindo alguns programas na televisão, conversando e namorando gostoso, sempre abraçados e com seções de beijinhos inevitáveis, controlando evidentemente nossos tesões que sempre afloravam espontaneamente.

Nas várias conversas que estávamos tendo naquela noite, ela passou-me a confidenciar assuntos da sua vida que eu, apesar de conhecê-la desde seus doze anos, ainda não tinha conhecimento. Falou-me que nos últimos anos sempre era assediada por vários rapazes, mas nuca se interessava pelos mesmos. Tinha tido alguns namorados, cujos relacionamentos não passavam de alguns beijos e nada mais. Nos últimos anos, principalmente após eu ter casado com a mana, eu passei a ser a sua obsessão de desejo, sentindo que a cada ano ficava mais apaixonada por mim. Perguntei, por isso que quando eu e sua irmã ficávamos alguns dias lá na sua casa que você não saída e sempre estava por perto de nós? Sim, falou era. O que eu queria mesmo era ficar perto de você. Não sentia interesse nenhum em sair ou ter um namorado. Você não imagina como sofri numa noite que vocês estavam lá e eu vi você e a mana transando. Curioso com essa confissão, falei, nossa, como foi isto? Falou que numa noite quando todos estavam dormindo, tinha ido até a cozinha tomar água e escutou um barulho que vinha do quarto onde eu e sua mana dormíamos. Abrindo levemente uma fresta na porta, pode ver eu sob as cobertas em cima da mana, socando meu sexo no dela até gozar. Por já me amar, muito triste com aquela cena, voltou para o seu quarto, não restando outra saída senão se masturbar, massageando o seu sexo até gozar, imaginando que estava fazendo amor comigo. Disse ainda que quase não conseguiu dormir mais aquela noite, devido ter ficado muito magoada com o que tinha visto. Sabia que naturalmente isto era feito já que eu estava casado com a sua mana, mas ter visto a cena ao vivo, tinha-a deixado a morrer de ciúmes de mim. Com essa confissão, com pena de tê-la magoado tanto sem querer, cobri-a de beijinhos, e disse que daqui em diante isto não iria mais acontecer e que jamais o meu anjo querido sofreria por isto.

Continuando nossa conversa naquela noite, das confissões que me fazia, a que mais me preocupou foi ficar sabendo que minha esposa tinha já há algum tempo completo conhecimento do amor que a cunhadinha sentia por mim. Perguntei, e como ela tomou conhecimento disto? Falou-me, que um dia, quando eu já havia me casado, falou para a mana que ela não deveria ter casado comigo, pois sabia que ela não gostava de mim de verdade e sim de um primeiro namorado seu, que tinha casado com outra mulher e ter ido morar noutra cidade distante. Na verdade, falou para a mana, que ela deveria ter se casado comigo e não a mana, pois me amava de verdade, bem mais que ela. Perguntei, mas tua irmã sabendo que você me ama, nunca tentou afastar você de mim? Por quê? Não tentou não, falou-me. Inclusive insistiu para que eu viesse passar umas semanas aqui nestas férias. Falei, acho que tem alguma coisa um tanto estranha nisso tudo. Até parece que ela queria promover o nosso envolvimento. Abraçando-me e me beijando, disse, se é isso que ela queria, conseguiu, pois estamos muito envolvidos, o que concordei, declarando que estava amando muito ela. Falou-me, de modo decidido, amor, assim que ela voltar vamos resolver essa situação e ficarmos juntos para sempre. Demonstrando certa preocupação, falei meu anjo você é tão novinha, sou doze anos mais velho que você, isto não te preocupa? Não, me respondeu. Nunca gostei de relacionamento com rapazes da minha faixa de idade. Sempre sonhei ter um marido mais maduro que eu, por isso que sempre amei você.

Após esse papo, embora um tanto confuso com a brusca virada na minha vida, que passava a se tornar realidade, uma coisa tinha certeza, queria ficar com a cunhadinha e iria batalhar por isso, pois descobri nela a esposa perfeita. Pensava como eu, me proporcionava muito prazer, me amava de verdade, muito inteligente e acima de tudo isto, era a mulher mais linda do mundo, uma verdadeira deusa. O sonho de consumo de qualquer homem.

Naquela noite, procuramos não fazer amor, descansando para o dia seguinte. Dormimos em trajes íntimos, eu de cueca e ela com uma calcinha vermelha, semi-transparente que deixava visível seus pelinhos douradinhos. Assim, carinhosamente agarradinhos, com algum esforço conseguimos dormir.

Manhã seguinte, lá pelas sete horas, acordando vi que ela dormia igual a um anjo, de bruços, ainda com seu braço sobre meu peito. Deparando-me com aquele corpinho lindo, aquela bundinha redondinha, imediatamente fiquei excitado. Imediatamente comecei beijando suas costas, fui descendo, beijando e mordiscando suas pernas e bundinha, até tirar carinhosamente a sua calcinha. Já acordada com tudo isto, suspirando com o tesão que eu estava proporcionando, se ajeitou melhor naquela posição, me recebendo por sob a sua bundinha, quando a penetrei vagarasomente por trás, começando as estocadas naquela xotinha apertada e quentinha. Em pouco tempo, gozamos juntos, com ela empinando gostosamente aquela bundinha contra o meu pau, podendo eu jorrar todo o meu esperma naquele buraquinho gostoso. Cobrindo-a de beijinhos, fomos ao banheiro, limpamo-nos e tomamos uma ducha juntinhos, aos abraços e beijinhos apaixonados. Em seguida na cozinha, preparamos e tomamos café. Vesti-me e fui trabalhar, falando que vinha para o almoço, esperando que a manhã passasse rápido, pois já não conseguia ficar longe dela.

Passei a manhã toda pensando em nós. Já não sentia mais o nosso relacionamento como uma aventura ocasional. Sentia-me de certa forma responsável pelo seu defloramento e a queria completa e todinha para mim. Não queria que o nosso caso ficasse restrito entre quatro paredes. Uma vontade imensa de sair, passear e namorar fora da intimidade da minha casa me tomou conta.

Voltando para o almoço, com ela no colo começamos a comer a comida gostosa que ela sabia preparar de forma especial, para o meu homem, como dizia. Falei da minha intenção de sairmos à noite, curtir um restaurante dançante na capital. Queria mostrar ela as pessoas e namorarmos bem gostos num ambiente aconchegante. Ficou um tanto surpresa, mas adorou a ideia. Falei, só temos esta noite, pois amanhã teremos que buscar sua irmã no treinamento. Pedi que se preparasse durante a tarde, que pusesse aquele vestidinho preto, curtinho e coladinho que sabia que ela tinha e à noitinha, depois de voltar do trabalho rumaríamos para a capital. Falou-me, ainda bem que trouxe o meu vestido mesmo sabendo que não teria ocasião de usá-lo. Que bom amor que vamos fazer isto. Com você eu me sinto a mulher mais feliz do mundo.

Não via a hora passar no escritório. Só pensava em voltar para casa, tomar o meu anjo nos braços e rumarmos para a nossa saidinha noturna. No final da tarde, acabei o expediente e imediatamente rumei para casa. Já em casa, fui envolvido por uma surpresa maravilhosa, quando me deparei com o meu amor. Vestida com o vestidinho preto e justinho, cujo comprimento acima do joelho realçava suas pernas lindamente torneadas e contrastava com o seu bronzeado. Exibindo uma maquiagem leve e perfeita deixava maravilhosamente realçados seus belos olhos verdes emoldurados por aqueles cabelos louros naturais. Com um sapato de salto, até ficou um pouco mais alta que eu. Estava uma verdadeira beldade que deixava qualquer homem babando. Extremamente vislumbrado e emocionado falei, ainda bem que nenhum olheiro de agências de modelos pôs os olhos em você, senão acho que te perderia. Dando um sorrisinho lindamente enfeitado pelos seus dentes perfeitos me falou, não amor você jamais me perderá, quero ser sua para a vida toda. Pedi para ela sentar no sofá, pois queria ver como aquela deusa ficaria sentada. Obedecendo-me, sentou-se, quando aquelas lindas pernas ficaram expostas ao máximo. Quase não resisti, indo ao paraíso quando vi que no fundinho de suas coxas saltava uma linda calcinha branca rendadinha, cobrindo aquela fonte de prazer. Excitado, mas sem intenção de amá-la naquele sofá, pois queria deixar isto para mais tarde quando voltássemos do passeio, deitei ao seu lado, pondo minha cabeça no seu colo, sentindo um gostoso aconchego. Dando beijinhos na sua calcinha e coxas, sentindo a suavidade de seu perfume delicioso, falei, que gostoso ficar assim amor. Vamos esperar começar a noite e aí vamos para a nossa nova aventura. Massageando carinhosamente meus cabelos e me dando beijinhos de vez em quando, ficamos quase uma hora naquela paz temperada a amor e paixão. Como era bom estarmos juntos, parecia que eu e ela éramos uma só pessoa. Voltei a realidade quando carinhosamente ela me fala, amor você tem que se arrumar ainda. É mesmo falei. Perguntei, como sei que você sempre tem bom gosto, o que acha que devo vestir para poder acompanhar dignamente esta beldade que será a minha companhia? Rindo lisonjeada me falou que um esporte fino cairia bem. Após tomar uma ducha rapidinho, vesti uma calça sarja acompanhada de uma camisa social e um blazer mais um mocassim, tudo acompanhado e ajudado por ela que carinhosamente ajeitava os detalhes.

Embarcamos no carro e seguimos para a capital. Chegando lá, como era ainda um pouco cedo para irmos jantar, demos uma voltinha pelo shopping. Adentrando numa joalheria, pedi para ela escolher o par de brincos mais lindo que lá existia, pois queria de todo o coração presentear a minha princesa, que me era muito querida. Muito determinada e responsável me falou, amor, não quero que fique gastando comigo. Faço questão, falei. Quero te fazer feliz porque também fico feliz. Dada a sua beleza, não foi difícil escolher o que melhor combinava com o seu semblante, ajudada pela vendedora muito simpática que não cansava de elogiar a beleza do meu tesouro. A certa altura, a vendedora indaga a ela se eu era seu namorado ou marido. Fiquei muito feliz com sua determinação ao abraçar-me e responder, é o meu querido marido. Que lindo casal, falou a vendedora.

Saindo do shopping rumamos para a região gastronômica da cidade quando nos dirigimos a um restaurante dançante muito aconchegante e discreto que já conhecia e geralmente era frequentado por casais apaixonados. Quando adentramos, já notei que chamamos a atenção dos demais casais que lá estavam, dada o esplendor da beleza da minha deusa. Feliz e com certo ciúme devido o olhar atento, principalmente dos homens que procuravam ver todos os detalhes de minha acompanhante, nos sentamos e pedimos uma refeição leve. Ficamos por lá até um pouco mais da meia-noite, depois de termos dançado ao som de músicas românticas, sempre notados pelos presentes. Procurava manter um comportamento menos ousado quando estava abraçado com ela na pista, pois qualquer pequeno excesso me denunciava devido minha excitação que teimava em querer ocorrer a toda a hora. Regressando para casa, chegamos rápido, pois sempre tendo ao meu lado aquele belo par de pernas lindas encostadas nas minhas durante a viagem, não via a hora de entrar em casa e amar infinitamente aquela mulher.

Já na sala, abraçávamos e nos amassávamos cheios de tesão, nos beijando e eu passando a mão por todo o seu corpo, levantando o seu vestido e acariciando carinhosamente aquela bundinha deliciosa. Tirando nossos sapatos, falei para ela, estou com uma fantasia bem gostosa. Quero transar com você com este vestido, pois desde que a vi com ele que estou com meu tesão explodindo. Com seu sorrisinho tesudo como sempre, falou, vamos lá então amor, eu também quero. Que posição será melhor? Falei você se apoie no sofá, ficando de quatro para mim que eu vou te comer bem gostoso por trás. Imediatamente ela se apoiou no sofá, empinando aquela bundinha gostosa. Levantei seu vestido até acima da cintura, abaixei a sua linda calcinha branca, passando a lamber e dar beijinhos, mordiscando levemente aquela bundinha linda. Na sequência, baixei minhas calças, pegando meu pau que já estava explodindo de tesão, passei a massagear com sua glande aquela bucetinha que se abria toda lubrificadinha, parecendo uma flor rosada. Vagarosamente fui penetrando aquele buraquinho apertadinho e com as minhas mãos agarradas firmemente no seu quadril, comecei a estocar gostosamente sua xotinha. Em pouco tempo, com ela já gemendo pelo gozo que se aproximava, acelerei meus movimentos jorrando meu esperma lá no fundinho, cujas pulsações do meu pau ocorriam acompanhadas das contrações da sua bucetinha. Levemente fui levantando ela daquela posição, sem tirar o meu membro que continuava penetrado, passamos a nos beijar apaixonadamente, com ela me chamando de amor querido, meu macho, meu homem, te quero sempre. Em seguida nos desgrudamos, tiramos nossas roupas e fomos ao banheiro tomar uma ducha, sempre juntinhos, aos abraços e beijinhos apaixonados.

Após tomarmos um chá relaxante que preparamos na cozinha, formos para a cama, esperando passar aquela noite que seria a última daqueles três dias que estávamos curtindo a nossa paixão. Falei para ela que amanhã à tardinha tínhamos que ir a capital buscar sua irmã, quando acabaria aquele paraíso que estávamos vivendo. Falou-me que não queria que acabasse e que continuasse para sempre. Concordei que eu também pensava do mesmo modo. Que o interesse pelo casamento com sua irmã tinha se reduzido a zero. Precisamos pensar em alguma coisa amor, disse-me ela. Sim, já estou decidido, falei. Assim que ela voltar amanhã, vou expor a ela a nossa relação e propor que devemos nos separar. Aí vamos ficar juntos para sempre. É o que mais quero amor, falou-me. Vou fazer todo o esforço do mundo para que tudo acabe bem e possamos viver juntos para sempre. Assim, agarradinhos em conchinha dormimos como dois pombinhos apaixonados. Na manhã seguinte, satisfazendo nosso tesão matinal, ela como nas outras manhãs me cavalgou gostoso até gozarmos juntinhos, e eu sempre jorrando todo o meu gozo no fundinho da sua xotinha, sem nenhuma preocupação pois sabia que seu ciclo estava no período de segurança e não precisava portanto usar nenhum preservativo. Após tomarmos café e os beijinhos de sempre, despedimo-nos indo eu para o escritório, sem antes ela me lembrar, amor pense no que falamos ontem à noite. Com a volta da mana hoje, precisamos resolver a nossa situação. Falei, pode deixar, já estou totalmente decidido. Ainda perguntei, dando um beijinho naquele rostinho lindo: Estando eu separado, você aceitaria ser minha esposa, para sempre? Falou-me com seu sempre sorrisinho maroto e sensual, claro amor, que dúvida. Você sabe que eu quero ser sua para sempre.

ENFIM, A CUNHADINHA TORNA-SE MINHA ESPOSA

Voltando do escritório na hora do almoço para comer aquela comidinha gostosa que ela sempre me fazia, antes de me sentar na poltrona e pô-la carinhosamente no meu colo como de costume, com um semblante de desconfiança falou-me: A mana ligou da capital e disse que não precisamos ir buscá-la a tarde porque ela estará voltando de carona. Surpreso, perguntei, ela te falou com quem? Com um ar de felicidade no seu semblante, me falou o pior que ela me disse que virá com o antigo namorado dela, aquele que casou com outra antes de vocês se casarem, lembra que te falei? Sim lembro, falei. Pois é, continuou ela, como ele também é professor, estava junto com a mana no treinamento. Pelo que ela me falou, parece-me que ele já se separou da esposa e está livre. Escutando tudo isto, confesso que fiquei muito surpreso, principalmente sabendo que minha esposa amava esse sujeito que tinha sido seu primeiro namorado, como a cunhadinha tinha me contado. Amor, disse-me ela, você não acha que ela reatou o relacionamento antigo com este professor? Não é melhor assim, pois fica mais fácil agora para nós podermos ficar juntos de vez, sem maiores traumas? Falei brincando, você tem razão meu anjo. Se for um caso de chifres trocados, não haverá maiores traumas. Vamos esperar ela voltar, e a noite e resolveremos hoje mesmo tudo isto.

Decidindo passar aquela tarde toda com ela e feliz porque as coisas estavam rumando para um final feliz e na forte intenção que tudo aquilo fosse resolvido naquela mesma noite, liguei para o escritório pedindo para o meu imediato tomar conta do serviço que eu por motivo de força maior só voltaria na manhã seguinte. Animados e com uma paixão ainda mais forte devido aos acontecimentos, passamos a tarde toda fazendo amor. Acho que transamos mais de cinco vezes, de todas as formas, dando e recebendo máximo prazer. O meu anjo, feliz se comportava já como minha esposa e eu sentia que ela estava me amando mais intensamente.

Pouco após as dezoito horas um carro parou no nosso portão. Eu e a minha deusa, comportadamente estávamos sentado na sala conversando. Olhando pela janela, ela me falou que era o antigo namorando da mana que a tinha trazido mesmo. Enquanto eles conversavam no carro lá fora, falei, eu já vi esse sujeito aqui na cidade e sei que ele é professor no colégio que tua irmã trabalha. Tenho certeza que o caso deles é mais antigo do que estamos pensando. O meu amor falou, pode ser querido, mas não esquenta, o importante agora é que vamos poder ficar juntos e tenho certeza que seremos muito felizes. Com a sua inteligência e sabendo o que quer, com sua sabedoria confortante ainda falou, este casamento errado que você teve com a mana será apenas uma fase da sua vida, ainda bem que rápida, pois daqui para a frente você vai ter toda a felicidade do mundo, como merece e eu vou estar sempre junto de ti, para garantir tudo isto. Não aguentei, tomei-a nos braços e a beijei apaixonadamente. Enquanto isto, minha esposa descia do carro em frente se despedindo da pessoa que a acompanhava, ainda pudemos ouvi-la dizer ao mesmo, depois te ligo.

Entrando em casa, abraçou e beijou a cunhadinha, dando-me um leve beijo, sem demonstrar muita motivação, que retribui da mesma forma, ainda brincou, como vai esse casalzinho lindo? Como se comportaram na minha ausência? O meu amor se antecipando falou, nos comportamos otimamente bem. Fomos para a cozinha e fazendo um lanche que já estava preparado, minha esposa tomou a iniciativa e falou que precisava falar conosco. Eu e meu amor, já antevendo o desenrolar dos fatos, na expectativa, falei para a minha esposa, é verdade, precisamos acertar nossas vidas. A minha, a tua e a da tua irmã.

Muito tranquila e decidida, como era seu costume, minha esposa começou a expor uma situação que a meu ver já se tratava de uma decisão tomada. Iniciou dizendo que a pessoa que lhe trouxe do treinamento se tratava do Cristiano, um antigo namorado seu que casou anos atrás com a Débora lá da sua antiga cidade. Foi para outro estado, mas o casamento não tinha dado certo, tinha voltado e como era também professor, veio no final do ano passado para o seu colégio. Estiveram juntos, portanto no treinamento na capital. Lá conversaram bastante e o antigo namorado lhe falou que ainda amava ela. Do mesmo modo, ela falou para ele que tinha se casado comigo, um tanto intempestivamente, pois não tinha total amor por mim. O Cristiano então propôs a ela para que separasse de mim e eles passariam a viver juntos. Eu e o meu amor escutávamos tudo aquilo sem muita surpresa pois já sabíamos de toda esta estória, ou seja, eu não sabia mas o meu anjo já tinha me contado tudo. Continuando ela falou, que quando foi para o treinamento, certamente sabia que jamais uma esposa deixaria sua irmã, que era linda e sensual, sozinha por três dias com o seu marido, principalmente sabendo que ela era apaixonada por ele. Entretanto assim o fez, porque sabia que sua mana amava loucamente o seu marido mais que ela. Então, na sua ausência, também sabendo que seu marido também não a amava intensamente, apesar de estarmos casados, o relacionamento entre ele e sua irmã seria inevitável, mesmo sabendo do meu elevado caráter e honradez. Indagando-nos, perguntou, não foi isto que aconteceu ou estou enganada? Um tanto revoltado por me sentir usado por uma ação já planejada, não tomei a iniciativa em responder. Meu amor, como sempre muito decidida e sabendo o que quer, levantando-se do sofá que estava sentada veio até eu, sentando-se ao meu lado e me abraçando falou: Sim mana. Você foi muito feliz na sua estratégia, pois aconteceu exatamente aquilo que você esperava. Como você sabe depois que vocês casaram eu ficava cada dia mais apaixonada pelo seu marido e nunca escondi isto de você. Nestes dias a gente se envolveu intensamente e chegamos também a conclusão que não podemos viver um seu o outro. Finalmente, naquele diálogo todo só faltava a minha posição. Voltando-se para mim, falou me desculpe se escolhi este caminho para acertarmos nossas vidas, achei que assim poderíamos proporcionar um final feliz para todos nós. Falei, nesta altura dos acontecimentos, não há o que desculpar, e sim agradecer a você por toda esta mudança em nossos relacionamentos. Sua estratégia serviu para me mostrar o quanto estava errado o nosso casamento, e me abrir os olhos para sua irmã, que sabendo do seu amor por mim, nestes dias, me levou a uma paixão intensa por ela quando passei a ter certeza que é ela a mulher da minha vida. Disse-lhe ainda, que por mim, amanhã mesmo posso começar o processo de nossa separação. O meu amor que estava ao meu lado, abraçando-me mais fortemente e me dando um beijinho rápido, demonstrava toda a sua alegria e felicidade decorrente de nossas vidas estarem tomando o rumo que desejávamos.

Continuando nosso papo, onde agora já a considerava como ex-esposa, passamos a combinar as condições da nossa separação. Falou-me que pensava pedir transferência juntamente com o Cristiano para trabalhar num colégio da capital, indo viver lá com ele, pois não se sentia bem trabalhar no colégio daqui após ter se separado de mim, já que numa cidade pequena os comentários são inevitáveis. Quanto à divisão de nossos bens, ficaria satisfeita se pudesse ficar com o seu carro e o apartamento mobiliado que tínhamos na capital e eu poderia ficar com o meu carro e a casa onde estávamos. Como o Cristiano estava morando numa pensão aqui na cidade, iria morar com ela no apartamento na capital. Falei que por mim tudo bem, assim ficaria ótimo, que na manhã seguinte eu falaria com um advogado amigo meu para preparar as formalidades da separação nestes termos. Ainda disse, que assim que fosse oficializada a nossa separação legal, imediatamente me casaria com sua mana, seguindo a nossa vida agora juntos, pois achávamos que fomos feitos um para o outro. Minha ex completou, que bom, pois era isso que eu queria. Ver minha mana feliz e você também. Que bom que vai dar tudo certo. Achei que aquilo merecia uma comemoração, fui até o barzinho, abri um vinho e falei, vamos comemorar então o novo rumo em nossas vidas. Vamos ficar todos amigos, convide o Cristiano e vamos sempre nos visitar. A ex falou claro. Não há motivos para ficarmos inimigos, pois vamos todos ser felizes. Lembrando ainda de um detalhe importante que estava sendo esquecido, perguntei, e nossas famílias o que vão dizer de toda esta reviravolta em nossos relacionamentos. Neste ponto, o meu amor se adiantou dizendo, lá em casa sem problemas, pois todos sabem que ela era apaixonada por mim. Disse que sua mãe um dia tinha falado que não sabia onde isso ia terminar. Demonstrando imensa felicidade em seu rostinho ainda falou, agora ela vai saber. E sua família, meu amor, me perguntou. Falei, também sem problemas, pois a maioria já sabe desde o início que eu tinha um casamento um tanto morno, apesar de gostarem muito de você, disse, me referindo a minha ex, que feliz tomava mais um gole de vinho.

Agora, tudo acertado, só restava uma situação a ser resolvida. Como seria aquela noite, quem iria dormir com quem? Assim, perguntei como vamos fazer hoje? Meu amor nos olhava com grande expectativa. Minha ex disse então, podem ficar sossegados, vocês podem continuar com o seu relacionamento. Eu vou ligar para o Cristiano para vir me buscar e vou ficar com ele na pensão até acertarmos a nossa mudança para a capital. Após fazer a ligação, dizendo a ele que já estava tudo acertado, em menos de meia hora o mesmo já estava no portão. Antes de subir no carro, despedindo-se de nós desejou-nos muitas felicidades e que no dia seguinte passaria para pegar suas coisas.

Eu e meu amor, sozinhos novamente, só tínhamos a comemorar. Agora tínhamos a nossa casa todinha para nós e poderíamos viver efetivamente como marido e mulher, sendo tudo o que eu e ela queríamos. Fizemos um lanche, tomamos uma ducha juntinhos como sempre e peladinhos como de costume, fomos para a cama. Para comemorar, apesar de já termos feito amor a tarde toda, passamos aquela noite entre fazendo mais amor de todas as formas e nos relacionando com enorme paixão que a cada momento ficava mais intensa. Era o paraíso que nos aguardava.

Comentários

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04/04/2013 14:24:24
Nossa, que conto sensacional, excitante, bem escrito. Um primor de estória. Nota Meus parabéns.
19/01/2013 04:00:20
Rapaz eu nunca li um conto tão grande... mas parabéns, escreve bem, a história respeita a continuidade, e sem erros ortográficos, parabéns mesmo!
24/03/2012 17:25:37
a novela das 09 perde em drama...rsrs
23/03/2012 14:36:40
Ha tempos que eu tinha lido um texto tão completo como este. Realmente rico em detalhes como ja foi dito e de uma simplicidade incrível. Parabéns pelo conto, parabéns pela nova vida e parabéns pela nova esposa, pela determinação, convicção, inteligência e beleza que ela tem. Muitas felicidades pra vocês.
22/03/2012 17:16:46
isso daria 5 contos com folga rs..mas parabéns, leitura agradável. muito bom mesmo.
22/03/2012 15:44:10
Espetacular...
22/03/2012 14:45:15
Parabéns pelo conto!
22/03/2012 12:52:48
Parabens http://drmenage.blogspot.com.br/
22/03/2012 09:05:44
Adorei o conto!Um texto super excitante e rico em detalhes.E que cunhada hein!Corajosa!Parabéns!
22/03/2012 08:24:07
MEU AMIGO!!!!! VAI PEDIR E,PREGO NA GLOBO,ISSO N É UM CONTO É UMA NOVELA DE DRAMAS....MAS PARABÉNS MUITISSIMO BEM DESCRITO RICO EM DETALHES...E QUEM NUNCA TEVE TESÃO EM CUNHADA,É PQ NÃO AS TEM.....JÁ VIVI ISSO COM UMA ANTIGA NOIVA Q EU TIVE...E TRANSEI MINHA CUNHADA DENTRO DE UMA CAMINHONETE ENQUANTO MINHA NOIVA ESTAVA TRABALHANDO NUM SHOPING AQUI DE SP..LOUCURAS!!!!
22/03/2012 06:59:37
Caraca!!! Muitooooooo show. Eu ando passando por algo mais menos assim !!!! So nao estou com a sorte , que minha esposa tenha outra pessoa. Assim que ela achar, dai aim vou fazer que nem voce !!! Qualquer coisa me add. Para nos trocarmos umas ideias ... Abs !!!

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