CARLINHA - parte 6

Um conto erótico de Leãobardalha
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 29/04/2017 16:32:43
Nota 10.00

Faz mais de 3 anos que Carlinha, minha sobrinha me pertence como escrava sexual. A cadelinha é masoquista, gosta de sexo violento e um açoite bem dado, foi ela que despertou meu sadismo oculto. Carlinha tem agora 22 anos, está mais gostosinha do que nunca, estuda arquitetura e seguimos fiéis ao nosso acordo:

Eu sempre viajando só passo os fins de semana em casa. Ela está liberada para trepar com quem quiser na minha ausência e não pode de maneira alguma praticar S&M com outra pessoa, só eu posso lhe aplicar os castigos que ela tanto teme e ama ao mesmo tempo. Eu divido a puta mas não abro mão da escrava, ela deve me informar se alguém tentar alguma relação sado, caso ela não conte sabe que será punida com rigor. Sou até generoso com a cadelinha, não acham? Deixar a vadiazinha foder a vontade, dar a bucetinha e o cuzinho para quem quiser é a prova de que sou um bom tio, apesar de que muitos podem me chamar de "tio corno", mas a verdade é que sei que ela só aproveita uma boa foda quando envolve uma pegada forte, muito forte mesmo, onde a dor é parceira.

Depois que nossa relação tio e sobrinha virou dominador e escrava minha vida pessoal foi dominada por esse relacionamento. Continuo um bom profissional, com excelentes resultados de vendas, mas confesso que o tempo todo anseio pelo fim de semana para ter minha sobrinha debaixo de minhas vontades e caprichos, a experiência de castigá-la, açoitá-la e finalmente possuir aquele corpo jovem é para mim a melhor coisa que existe! Depois de castigar sem piedade um corpo tão sensual como o da Carlinha e depois receber sinceros agradecimentos por isso é psicologicamente gratificante. Quem nunca teve uma jovem fêmea recém açoitada ajoelhada aos seus pés, e demonstrando gratidão nos olhos não sabe do que estou falando...

Mas nem tudo são flores, ou gozos intermináveis não é mesmo? Numa de minhas folgas notei que Carlinha estava meio quieta desde que cheguei, já era tarde e ela ainda não tinha se vestido como uma putinha, do jeito que gosto. Já meio ríspido lhe chamei a atenção:

-O que está pensando cadela, está distraída? Já passou da hora de você estar preparada para mim, te dou cinco minutos para estar com roupas de putinha pronta para me servir. Ela tentou falar alguma coisa e vacilou, de qualquer forma minha mão voou até seu rosto e ela quase caiu, vermelha e se desculpando correu para seu quarto, se vestir.

Quando voltou estava linda como sempre. Vestia uma calcinha minúscula, preta de tirinhas laterais, sutiã , preto de rendinhas deixava metade dos delicados seios para fora, cobria pouco mais que os biquinhos. Por cima um penhoar bem transparente deixava aparente o corpo claro e imaculado daquela safadinha, um corpo muito bem feito, cintura fina e quadril bem marcado, as coxas um par de pecados!

Mas Carlinha ainda estava diferente, faltava o sorriso provocante, pensei na bofetada que tinha lhe dado a pouco, seu rosto ainda marcado e lhe perguntei qual o problema enquanto me movia ao seu redor para observar melhor aquela cadelinha pronta para me dar prazer.

-Eu preciso lhe contar uma coisa tio...

Foi quando percebi sua bundinha marcada! Levantei o penhoar e lá estavam 4 ou 5 vergões bem marcados em suas nádegas! Na hora meu sangue "subiu" e a raiva veio. Aquela filha da puta, cadela sem vergonha tinha me traído no pouco que pedi para ela. Se entregou para outro dominador!

-Tio, eu ia contar, juro...por favor tio eu já ia contar..

-Sim sua cadela, ia contar quando? Depois que não teve mais jeito com a bunda de fora?

Enfiei a mão entre suas pernas e pela lateral da calcinha agarrei o piercing no grelinho dela. Apertei com toda força torcendo ao mesmo tempo, ela berrou e agarrou meu pulso, meti a mão na cara dela no ato:

-Mãos para trás sua cadela! Não aprendeu nada até hoje?

Ela obedeceu na hora, colocou as mãozinhas para trás, eu continuei apertando o grelinho pressionando o piercing com força, ela foi fechando as pernas e se torcendo como querendo urinar, novo tapa na cara:

-Abre as pernas vadia! Quem foi o viado que te castigou? Quantas vezes?

Afrouxei um pouco a pressão no botãozinho para ela poder responder:

-Foi o professor Alceu da faculdade tio, ele me come toda semana a muito tempo mas só começou me punir nas últimas semanas...

Apertei mais o grelo da cadela, ela gritou, implorou e quase foi ao chão com as pernas perdendo forças:

-A verdade sua puta! Você gostou de ser punida por ele?

-Perdão tio, eu achei bom, eu estava precisando...perdão...

Soltei ela e mandei me seguir para meu quarto. Ela sabia o que ia lhe acontecer, sabia que mereceu e obediente seguiu para seu destino, com lágrimas nos olhos, acariciando o grelindo inchado no fundo estava feliz porque se libertou do fardo que lhe pesava . O castigo a seguir seria a penitência merecida e purificadora...

No quarto ela foi surpreendida por um pequeno detalhe que eu consegui esconder dela.Fiz tudo quando ela estava fora. Instalei duas argolas de ferro no teto, chumbadas diretamente na laje e disfarçadas como luminárias. No chão outras duas argolas presas no piso e escondidas por pequenas tampas muito bem disfarçadas no assoalho que revestia o piso.

Eu nunca amarrei Carlinha durante os castigos, tinha orgulho disso. Ela sempre soube ser punida mesmo que severamente sem algemas, cordas ou mordaças. Mas resolvi seguir uma linha mais clássica do S&M, também comprei afastadores para as pernas e braços. Mordaças de bola, açoites e claro consolos e plugs anais. Eu como que adivinhei a hora em que precisava ser mais severo, por dentro eu estava adorando inaugurar os novos apetrechos justamente quando Carlinha me aprontou a grande cachorrada.

Ela parada no meio do quarto estava muda, um pouco assustada e curiosa quando comecei a dispor o novo equipamento na minha cama. Não perguntou nada, não falei nada:

-Tire tudo e venha aqui vagabunda!

Indiquei o ponto certo em baixo das argolas, instalei os afastadores de pernas e braços e com cordas deixei-a no centro do quarto, pernas abertas fixadas nas argolas inferiores e braços abertos, para cima e fixados nas argolas superiores. Todas as quatro cordas bem esticadas mantinham Carlinha quase sem poder mover-se na posição bem desconfortável:

-Muito bem Carlinha, minha lindinha! Eu te dei toda a liberdade, deixei você transar à vontade e só lhe pedi uma coisa, a exclusividade nos castigos, só eu queria te punir, é pedir muito?

-Não tio, perdão...eu fiquei com medo do senhor....

-Ficou com medo mas não teve boca para me contar a verdade, e já confessou que gostou de servir outro mestre. Eu te avisei que o castigo seria severo e o que vai lhe acontecer agora vai te ensinar as vantagens de sempre ser verdadeira.

-Eu sei tio, pode me castigar...eu sei que mereço e prometo aceitar o castigo como uma boa escrava...se eu pedir para parar pode bater com mais força! Me deixe ser a sua cadelinha de sempre..eu te amo meu tio querido...

- Vamos ver, meu amor!

Comecei os trabalhos. Coloquei pesos nos piercings da xaninha e dos peitinhos, ela aguentou bem. Conferi a xaminha bem molhada, a situação a os preparativos para o castigo já deixaram Carlinha excitada, cheia de tesão. Resolvi então aumentar todos os pesos e agora ela gemeu baixinho, no ponto então...

Peguei o açoite novo, não vou mais bater com o cinto porque corta a pele macia dela e demora muito para curar. O novo açoite é composto de três tiras trançadas de um couro muito macio, pode-se bater com força, dói muito e marca pouco, não corta a pele mas não queira sentir ele no seu lombo. Antes de açoitá-la examinei bem as marcas deixadas na "minha bundinha" por meu rival, eram irregulares, coisa de amador...perguntei a Carlinha:

-Com o que o filho da puta lhe bateu?

-Ele usa uma grande régua de madeira tio!

Com raiva comecei o castigo, o momento sublime! O som do açoite cortando o ar, o estalido alto ao tocar a carne macia e os gemidos da vítima são saboreados pelo dominador como um momento único. Cada chibatada renova o prazer e os gritos da escrava só motivam o endurecimento do castigo. A crueldade vem fácil e a escrava submissa aceita de bom grado como um ritual de purificação. Certo ou errado o dominador se completa aplicando o castigo e a dominada satisfaz os pedidos de seu corpo que precisa sentir a carne viva, castigada e excitada...

Eu estava apreciando os novos equipamentos. Como disse pela primeira vez estava castigando minha cadelinha imobilizada, o novo açoite era bem melhor que o cinto e não tive pena. Fui aplicando as chicotadas com ritmo e distribuindo com técnica o castigo. Primeiro as nádegas, até cobrir as marcas deixadas pelo safado da régua, depois as costas que são um ponto bastante sensível.. Depois passei para os seios, fui bastante severo e obtive gritos motivadores dados em desespero pela Carlinha, agora já chorando baixinho. Fiquei quase meia hora lanhando aquele delicado corpinho, em nenhum momento a escravinha pediu para parar e eu já estava suado e com o braço doendo.

O afastador de pernas tinha uma argola no centro. Soltei as amarras dos extremos presas nas argolas do piso e passando uma corda pela argola central com o uso de roldanas suspendi as pernas da Carlinha que tomou um tremendo susto. Ela ficou "de quatro invertido" ou seja pendurada pelas pernas e braços no teto, pernas bem abertas e sexo escancarado e disponível.

Na nova posição usei sem dó a açoite na xaninha da pobre Carlinha, há muito meus escrúpulos não existiam mais e a raiva pela mentira e traição me deixaram muito mais cruel do que de costume. Bati forte, muito tempo até notar a xaninha vermelha e inchada, Carlinha ameaçou falar, com certeza para pedir o fim do castigo, mas se calou e depois de alguns minutos mais de castigo disse:

-Bate mais tio! Eu preciso...bate tio!!

Pediu levou! Açoitei feito um louco aquela pobre xaninha e também no interior das coxas.Usei força bruta, talvez exagerei porque logo a seguir depois de um gritinho fino e um longo gemido ela apagou.

Não tive dúvidas, meti naquele cuzinho com força, usei a xaninha bem molhadinha até cansar e na hora de gozar enchi a boquinha dela com leitinho de macho, foi o suficiente para ela acordar engasgando e já levando uns tapas naquele lindo rostinho.

Aguardei um poucos minutos para ela respirar e comecei o interrogatório:

-Muito bem Carlinha, me fale do tal professor...

Ela meio trêmula ainda prosseguiu:

-Ele é um velho professor de desenho, é muito temido na escola porque reprova sem dó. Gosta de ferrar com as meninas feias, dá notas ruins para elas até fazê-las desistir do curso, Ele escolhe as mais gostosinhas e diz que é dono dos nossos rabinhos. Eu fui escolhida e toda semana tinha que ir no gabinete dele dar o meu cuzinho, mas na verdade tio, eu não ligava e gostava um pouquinho...dar o cuzinho na faculdade me anima para assistir as outras aulas...

-Quando que ele começou te bater Carlinha?

-A pouco mais de um mês ele disse que eu sou igual as outras escravas dele, ele percebeu não sei como que eu curto um castigo e aplicou sem dó a régua na minha bunda, toda semana antes de me enrabar. Faz isso com outras que como eu gostam e até vamos no banheiro no intervalo comparar nossas marcas, a régua do velho professor é famosa na faculdade, ele nunca se separa dela,mesmo nas aulas e as moças que já sentiram aquela régua ficam arrepiadas enquanto o velho safado faz a régua cortar o ar enquanto explica as matérias...

-Ok Carlinha! Vou cuidar desse filho da puta e você vai me ajudar.

Aos poucos fui tirando a cadelinha se sua posição de castigo, ela sem saber pensava que já estava perdoada e já foi me abraçando e beijando.Afastei-a, olhei aquele corpo jovem e recém torturado, todo marcado com vergões que mostravam a severidade do castigo. A xaninha muito inchada, quase deformada, as pernas molhadas com o mel que escorria de seu sexo, os lábios daquela linda boquinha brilhantes e ainda cobertos com minha porra. A imagem era muito sensual para mim que detinha o poder total no corpo jovem da pequena fêmea. Olhei em seus olhos e falei:

-Carlinha meu amor, o que você fez foi muito feio, só precisava ter me contado, não deixar eu descobrir da pior forma. A nossa relação e muito séria e temos que usar só a verdade entre nós...sempre! Você vai receber mais um castigo que eu espero faça você pensar com sinceridade no que fez. Ela abaixou a cabeça e muito humilde disse:

-Tio ...você que sabe os castigos que mereço...estou pronta ...meu corpo e meu amor são seus! Por favor me castigue mais...o quanto quiser!

-A partir de agora não pergunte mais nada Carlinha, quero você vestida com aquela bota cano longo e a jaqueta de couro que você tem. Só isso mais nada.

Ela foi ao seu quarto e voltou como mandei. Peguei-a pelo braço e fomos para o canil, o lar do Dog. Lá também existiam modificações que Carlinha desconhecia. Argolas chumbadas no piso de cimento e um cano cimentado a 50 cm do piso de parede a parede. Mandei minha sobrinha ficar de quatro com o cano passando abaixo de seu ventre. Com cordas amarrei seus braços e pernas nas argolas do piso. A posição lhe deixou quase imóvel de quatro com as pernas bem abertas, seu cuzinho e bucetinha expostos ao máximo, passei carinhosamente a mão por seus cabelos, dei-lhe um beijo na testa e disse:

-Você vai ficar durante a noite a disposição do Dog, será a cadelinha dele a noite inteira, amanhã venho te soltar.

Ela mais uma vez muito humilde respondeu:

-Serei uma boa cadelinha tio...

Pela primeira vez coloquei uma mordaça de bola na Carlinha, tranquei o canil e fui tomar meu banho. Enquanto me afastava percebi Dog já subindo nela.Coloquei o despertador para 06:00 da manhã e dormi um sono de anjo.

Fui acordado pelo despertar às 06:00 em ponto. O dia estava quase raiando, coloquei meu surrado roupão e fui libertar Carlinha. Ao chegar no canil encontro o Dog dormindo em baixo da minha sobrinha e servindo de travesseiro para ela, também adormecida. Dog é sem dúvidas um cavalheiro. Libertei a exausta cadelinha que foi acordando aos poucos, reparei que tanto a xana quando o cu da pequena fêmea estavam bem judiados. A bota e a jaqueta de couro protegeram Carlinha de horríveis arranhões nas costas e pernas, o Dog destroçou com suas garras as duas peças, fui muito legal com a Carlinha, não acham?

Peguei minha escravinha no colo e a levei para dentro, direto para o chuveiro. Tirei a jaqueta e as botas para jogar no lixo, estavam mesmo destruídas; Em seguida eu mesmo lavei Carlinha em baixo do chuveiro morno. Fui muito carinhoso e ao terminar nos beijamos longamente, um beijo desconcertante e por isso muito especial. Carlinha com lágrimas nos olhos agradeceu sinceramente os severos castigos e jurou amor e obediência para sempre. Eu lhe disse que estava perdoada e elogiei a maneira como suportou as punições. Depois de enxugá-la fui passar cremes reparadores em seus ferimentos, tudo com muito cuidado e carinho. Eu sou capaz de castigar sem piedade minha sobrinha, mas ao mesmo tempo sou perdidamente apaixonado por ela. Uma relação de puro S&M que só os iniciados compreendem...

Durante o resto do dia Carlinha dormiu direto e quando acordou se declarou faminta! Saímos para jantar fora, pegar um cinema e passear no shopping. Quem nos via enxergava um tio e sua sobrinha se divertindo de maneira inocente ou talvez pai e filha, sem malícia alguma...tudo muito familiar e lindo!

Comentários

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11/06/2017 17:18:45
Maravilhoso. Amo zoo
29/05/2017 23:53:47
Belo relato!
02/05/2017 08:54:31
MULHERES CASADAS OU NÃO, escrevam para: , no campo assunto coloca NOME E ZOO.
02/05/2017 08:53:32
MULHERES E CASADAS OU NÃO que realmente gostem de zoo, em especial com equinos, façam contato. Dou e exijo sigilo total. Não precisa experiências, basta o tesão. Escrevam para

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