MINHA TIA NICK (LÉSBICAS) PARTE 3

Um conto erótico de Lobo Branco
Categoria: Homossexual
Data: 29/06/2017 13:58:39
Nota 10.00

A porta do meu quarto se abriu lentamente. Eu fingi dormir, não ousei abrir os olhos, mas senti a presença de minha tia parada na porta por um longo tempo. Ouvi os passos quando ela se aproximou da cama lentamente.

- "Jess ???"

Fingi acordar "Hmmmm...? O que...?"

Minha tia pousou o indicador sobre meus lábios. "Sshhhh ... Você está acordada, querida?"

- "Agora estou. O que aconteceu?" meu coração acelerado

- "Nada Jessica... nada. Olha, eu... nós... querida, você quis dizer o que você disse? Sobre querer ver?"

Sentei-me na cama, minha respiração acelerou, meu estomago revirou, minha buceta se contraiu. É chegada a hora de experimentar.

- "Sim."

- "O-ok ... Querida, você tem que me prometer, prometa, Jess, você não vai contar a ninguém sobre o que acontece aqui esta noite."

- "Eu prometo." meu coração estava literalmente pulando em meu peito. Nick assentiu com a cabeça.

- "Venha comigo..."

E com isso minha tia se virou e saiu lentamente do quarto. Levantei tremendo, olhei para mim, estava vestindo somente uma camisetinha curta que mostrava minha barriga e uma calcinha de algodão estampada de ursinhos.

Hesitei por um momento, depois a segui, minha respiração e meu coração estavam acelerados a mil com as perspectivas excitantes...

O quarto estava escuro, somente a luz da cabeceira estava acesa, lançando uma suave luz amarela sobre toda a área da cama. Tia Nick estava em pé aos pés da cama, a luz atravessava sua camisola desenhando sua silhueta.

Debora sentada na grande cama de casal, seu cabelo loiro curto, parecia ouro na luz suave. Ela sacudiu a cabeça sensualmente e sorriu amplamente para mim.

- "Oi Jessica."

- "Uh ... oi."

Debora levantou-se, ela estava usando uma camisola branca, quase transparente, seus seios pequenos e pontudos de auréolas escuras fazendo duas piramides no tecido, seus pentelhos faziam uma sombra fantasmagórica, apenas visível na luz suave, através do tecido fino. Sem hesitar Debora levantou sua camisola e puxou-a sobre a cabeça. Estava completamente nua por baixo. Olhei para ela, ela é bem magra, seus seios pequenos e firmes, menores que os meus, um pouco maiores do que maçãs, seus mamilos grossos e pontudos, suas auréolas escuras, minúsculas um pouco maiores do que os mamilos. Ela tem uma barriga sexy, chapada, fluindo para quadris largos e pernas curtas. Seus pentelhos ao contrário de seus cabelos loiros são bem pretos e formam uma faixa bem aparada na base de sua barriga sexy.

- "Você não vai se despir também?" Ela perguntou, com voz gutural.

Minhas mãos tremeram tanto que quase não consegui levantar minha camiseta. Algo estava derretendo dentro de mim, meus mamilos estavam ardendo. Percebi que minha buceta pulsava lentamente, eu estava molhada e meu clitóris inchando, apertado em minha calcinha. Ouvi um farfalhar e vi minha tia Nick largar sua camisola, estava agora completamente nua também.

Embora seja mais velha, seu corpo era incrivelmente tesudo, seus seios enormes, pendiam pesados com mamilos grandes e escuros, cor de caramelo, com auréolas ainda maiores, as auréolas quase tão grande quanto a circunferencia de um copo. Sua barriga ligeiramente inchada fluía lindamente em quadris largos, uma buceta gordinha fazendo beicinho para baixo e para fora, densamente coberta por pentelhos negros, pernas longas, coxas torneadas e fortes.

Eu engoli em seco, minha buceta se contraiu entre minhas pernas liberando um pequeno jorro de liquidos e sem dizer uma palavra, minha tia estendeu a mão e enganchou um dedo no cós da minha calcinha, bem na frente acima do meu triangulo, provocando uma onda de eletricidade em meu corpo.

- "Voce está bem...?"

- "Sim ... oh sim ..."

Tia Nick puxou para baixo, arrastando a tira de roupa sobre meus quadris, passando pelas coxas, deslizando solta pelos joelho até meus tornozelos. Pude sentir as mãos da minha tia tremendo, quando acariciou os flancos dos meus quadris lentamente, olhando em meus os olhos, senti pequenas faíscas de eletricidade dos dedos de tia Nick na minha pele.

- "Tem certeza que quer isso, querida?" Havia uma nota sombria e trêmula em sua voz.

- "Ss-sim ..."

- "Se eu fizer algo que você não gostar, voce me diz, ok?"

- "Está bem..."

- "Nós precisamos fazer isso juntas... Eu vou te mostrar o que eu gosto, mas então você deve me mostrar o que você gosta, ok?"

- "Ok..." eu estava tão excitada, ansiosa, parecia que ia explodir.

- "Qual é o meu nome...?" Suas mãos se moveram para dentro, suavemente acariciou minha barriga, correndo suas unhas para cima entre meus peitos lentamente.

- "Tia... Nick. Nick... "

- "Bommm..."

Debora recostou-se lentamente na cama, separando as pernas. Ela sorriu para mim quando tentei olhar entre suas coxas, mas a luz era muito ruim e tudo que vi foi o inicio de seus pentelhos e sombras. Debora abriu mais as pernas e colocou a mão lá dentro, começou a movê-la lentamente, esfregando sua vulva, sua outra mão indo para um peito pontudo, apertando e rolando o mamilo entre o polegar e o indicador.

Ela lambeu os lábios, olhando para nós. Tia Nick colocou um dedo no meu queixo e virou minha cabeça na direção do seu rosto e sua boca suavemente encontrou a minha em um beijo.

A eletricidade, borboletas no estomago, se espalharam como chamas pelo meu corpo. Em alguns segundos, Nick afastou sua boca da minha. Sua voz era rouca, trêmula:

- "Continue me chamando de Nick... não me chame de tia... Você pode parar quando quiser... tudo bem? "

Ela estava agora acariciando minha barriga de novo, lentamente, apenas alguns centímetros acima de meu arbusto de cabelos cor de mel, mergulhando para o limite do triângulo entre a carne macia da buceta e os cabelos.

- "Sim ..."

Debora emitiu um som, algo entre um suspiro e um gemido, tive tempo de vislumbrar sua mão acariciando lentamente e notar que alguns dedos tinham desaparecido na sombra de suas belas coxas antes da boca úmida da tia Nick encontrar a minha novamente em uma cachoeira emergente de excitação.

Dessa vez, o beijo continuou por mais tempo. A língua de Nick suavemente sondou meus lábios, eu abri minha boca pra ela, a língua dela entrando imediatamente em minha boca, um gemido baixo borbulhando da boca dela pra dentro da minha boca.

Fiquei espantada, deliciosamente, terrivelmente, excitada, assustada, ansiosa e terrivelmente curiosa ao mesmo tempo. Eu não sabia o que sentir primeiro - estava dominada pela sensação, meus mamilos doloridos, a língua escorregadia e quente que deslizava sobre a minha, os lábios macios, quentes e molhados, o sabor maravilhoso, o cheiro de minha tia.

No ar o som alto da respiração profunda e tempestuosa de Debora enquanto empurrava os dedos para dentro de sua buceta... As mãos de Nick deslizaram para meus quadris e depois para fora sobre minhas costas, suavemente acariciando,

então para baixo para esfregar levemente o topo de minhas nádegas numa sensação quente de formigamento até puxar com força minha bunda colando meu corpo no seu.

Ela apertou minhas nádegas, e por trás acariciou a fenda entre elas com as pontas dos dedos, massageando os globos suaves. Ela respirava rapidamente com sua própria excitação.

- "Tem certeza de que quer Jess?

- "Sim. Eu quero eu quero..."

- "Isso?"

Minha tia perguntou, apertando meu corpo ao seu, seus seios se esmagando em mim, beijando-me na boca com volúpia cada vez maior. Sua língua era ardente, penetrante, avidamente, procurando minha língua. Eu estava pronta, minha a língua entrelaçou com a dela, a excitação surgiu novamente, eu gemi baixo. As mãos de Nick deslizaram para baixo no centro de minhas nádegas, exploraram as curvas de meu traseiro, as pontas dos dedos inteligentes sabiam onde tocar.

Eu nunca tinha associado meu ânus com algo sexual, mas a ponta dos dedos de Nick deslizaram no meu rego e afastei minhas pernas, me inclinando ligeiramente para dar acesso, e ela com seus dedos forçou as pregas apertadas do meu cu, desencadeando uma mini explosão naquela área proibida. Meu ânus se contraiu para dentro com o toque e soltei um pequeno grunhido involuntário com a intensidade do carinho.

Era como ser atingida por um relâmpago, bem na bunda, um prazer vibratório profundo que eu nunca tinha sentido antes, uma onda que partiu do meu cu e explodiu numa corrida de calor e excitação em minha barriga e minha buceta me fazendo grunhir e morder o lábio de Nick. Nick parou o beijo instantaneamente, olhou em meus olhos e perguntou:

- "Mau?"

- "N-não... bom. Muito, muito bom... não para... "

Debora fez um pequeno som, quase como um gemido. Ela ainda estava observando, sua mão entre suas coxas acelerou, seu rosto era inexpressivo, mas seus grandes olhos cinza-verdes não perderam nada. Seu rosto parecia suado com a luz suave. Ela lambeu os lábios.

- "Toque-me ...Toque meus seios." Nick sussurrou.

Eles eram grandes e pesados, coloquei minha mão por baixo sentindo o peito inteiro em minha mão. A pele estava brilhando quente. Nick gemeu baixinho. Em um impulso, inclinei a cabeça para frente, e tomei o mamilo na boca. Nick se estremeceu e o gemido se tornou um grito rápido e suave que borbulhou de sua garganta, ela inclinou a cabeça para trás e eu senti que estava no caminho certo e continuei sugando e mordendo o mamilo.

- "Menina esperta... menina inteligente... yessss... de levinho, não morde, nunca morda forte... isso ... sim, como aquele."

Olhei para cima, os olhos de Nick fechados, seu rosto bonito em uma máscara de êxtase. Ela estremeceu poderosamente.

- "Yesss ... chupe o mamilo... isso... chupe... yessss que é ele... sim..."

Nick levou sua mão nos meus peitos, apertando o mamilo, a eletricidade estremeceu em minhas costas era incrível - longas e lentas ondas de prazer vibrando através de mim, parecendo se concentrar entre minhas pernas, fazendo meu grelo pulsar e minha buceta ficar ainda mais úmida.

Acariciei o flanco de Nick, a pele quente, suave, firme, delicia. Desci a mão pelo lado externo do quadril, sobre a coxa, até o joelho, depois subi com a mão pelo lado de dentro até o meio das pernas onde parei ao receber outro beijo quente e apaixonado de Nick que tremia, e por um momento pareceu estar pronta para permitir que eu tocasse sua buceta...

Cheguei a sentir o calor logo acima de minha mão... Então Nick afastou-se, pegou minha mão pelo pulso, ergueu até a frente de seu rosto, moveu-a para baixo e para cima, lambendo e beijando os meus dedos e sussurou:

- "Debora primeiro ..."

Virando-me(a menina) para Debora(a mulher), que choramingou como um cachorrinho a espera de um petisco. Nick empurrou suavemente em minhas costas, para frente em direção a Debora. Ela estava sentada, recostada na cabeceira da cama, e começou a respirar forte, rápido e deslizou para baixo ficando deitada, afastou sua mão do meio de suas pernas - seus dedos brilhavam encharcados com seu suco - então ela se virou de frente para a luz, para que a luz pudesse iluminar suas coxas, jogou suas pernas bem abertas e para cima, segurando-as logo abaixo de seus joelhos, dando acesso total a sua buceta molhada.

Inclinei-me para a frente, cara a cara com a sua buceta. A vulva dela era... o quê? A minha é buceta é inchadinha e arrumada, nada saindo fora, apenas um monte inchado com uma minúscula fenda rosada.

O montículo de Debora, com seus pelos aparados na parte frontal dão uma aparencia falsa, mais abaixo nas laterais de sua boceta de lábios largos o cabelo crescia selvagem, densamente enrolado, os lábios internos da buceta saindo para fora dela, bem maiores que os exteriores, um grelo grande encoberto por um capuz de pele, a umidade brilhando entre a carne rosada, emoldurados por suas coxas lisas, brancas, perfeitas.

Nick acariciou mais uma vez meu pescoço, e gentilmente empurrou meu rosto em direção a vulva molhada, inchada e aberta da sua mulher. Eu podia cheirar Debora agora, o cheiro almiscarado, maravilhoso de fêmea excitada, cheiro que eu nunca havia sentido, mas tão familiar.

Era como se metal quente estivesse sendo derramado lentamente na rachadura da minha pequena buceta, fazendo ela inchar e abrir e brilhar e pingar com o calor. Minha buceta estava gritando por atenção, ela precisava ser tocada, acariciada ou lambida ou algo assim ou eu ficaria louca.

- "Você...?" Eu consegui falar.

- "Sim... Lambe... você sabe sobre o grelo...?" respondeu Debora.

- "Sim."

- "Suavemente... eu sou muito sensível... apenas lambe os lábios primeiro..."

Mergulhei meu rosto na virilha de Debora, estendendo a língua, e lambi suavemente. Um sabor doce e muito molhado, um cheiro embriagante...

- "Issso.. oh Deus Assssim...!" Debora gemeu baixinho estremecendo toda ao toque.

Eu senti que estava enlouquecendo eu não podia imaginar fazer algo mais gostoso do que isso. O cheiro quente e almiscarado de Debora encheu as narinas me envolveu o rosto, a carne cor-de-rosa de seus lábios, deslizei para trás e para frente com a língua e meus lábios, o som de sua respiração no quarto silencioso.

Seus pêlos pubianos macios esfumaçados agradaram meu nariz enquanto eu lambia e mordiscava as dobras sedosas e escorregadias daquela buceta. Olhei para o lado e Nick agachou-se, observando de pertinho, com a mão entre suas belas coxas, esfregando, acariciando, seu rosto estava muito vermelho. Afastei-me por um momento da maravilha rosada e cheirosa de Debora e pedi pra minha tia:

- "Ajude-me ..." e rebolei meu traseiro pra Nick.

Algo estava derretendo e queimando entre minhas pernas, eu não aguentava mais. Os olhos de Nick se arregalaram e ela soltou um grito involuntário de excitação. Segundos depois, eu senti minha tia beijar minhas nádegas, começar a lamber minha fenda com pequenas lambidas quentes, suas mãos apertando minha bunda e acariciando minhas coxas.

Afastei os grandes lábios da buceta de Debora, deixando bem aberta, empurrei a língua profundamente na rachadura rosada e peluda. Um grito rápido e estridente me disse que era a coisa certa a fazer. A mulher estava escorremdp de tão molhada, sua excitação fluindo sobre meu rosto, estava enterrada no puro cheiro embriagante de buceta da Debora.

Nick mordiscou, lambeu e beijou minha bunda, minhas coxas, minhas pernas, agravando a necessidade urgente de minha buceta, então cuspiu em meu cuzinho e passou um dedo sobre ele, fazendo pressão sobre meu cuzinho enrugado.

- "Diga-me o que você precisa..." ela sussurrou, abraçando minhas pernasSeus seios e mamilos apertados em minhas coxas, sua boca beijando minhas nádegas, e por um instante lambeu girando sua lingua quente e molhada sobre o meu cu. Involuntariamente meu cu se apertou, exatamente como segurar as fezes quando se tem que ir urgentemente para um banheiro, sentindo isso Nick tirou sua lingua e eu pedi:

- "Minha... Lambe meu..."

Nick colocou sua mão espalmada sobre minha buceta, fazendo forte pressão sobre os lábios ardentes do meu sexo. Soltei um gemido contra os largos lábios rosados da buceta de Debora que se estremeceu todinha, e a tia Nick me pediu:

- "Lamber o seu o que...? Fale... Diga."

Nick, inteligente, experiente, puxou lentamente a ponta do dedo pela borda derretida de minha buceta. Eu quase gritei.

- "Lambe o que...?" Mais uma vez aquela voz grunhida e gutural. Percebi que minha rendição total estava naquele momento.

- "Lamba... minha bunda... minha... meu... cu..."

Um dedo ligeiramente molhado apertou minhas pregas e a ponta da lingua fez um giro em torno do meu cu, dando-me um sensação extrema em minha buceta que passou a piscar involuntariamente no ritmo do meu cu conforme tia Nick lambia as pregas ao redor do meu cuzinho e forçava o buraquinho as vezes. Eu estava explodindo, implorei:

- "Lamba minha... minha... vulva."

- "Vulva? O que é isso? Perguntou tia Nick, apertando a palma da mão sobre meu sexo.

- "Eu não sei o que é isso Jess... Eu só sei sobre xaninha e buceta... você é uma menina, você tem uma xaninha... Debora é uma mulher e tem uma buceta. Eu sou Uma mulher também tenho uma buceta... então... o que você quer que eu lamba...? "

- "Minha buceta... lambe minha xaninha... oh meu Deus eu não aguenta mais...!"

Nick mergulhou seu rosto em minha bunda, beijando e lambendo meu cu, sugando a minha fenda, me fazendo jogar a cabeça pra tras em convulsões. Debora se abaixou e puxou minha cabeça com as duas mãos de volta para o meio

de suas pernas, movendo seus quadris, esfregando seu sexo molhado contra meu rosto. Comecei a sugar os lábios da buceta de Debora novamente, provocando gemidos longos e espasmos em seus quadris. Nick por sua vez mordia minhas nádegas, mordia as pregas do meu cu e enfiava a ponta da lingua.

Senti seu hálito quente em meu lugar mais secreto e, finalmente, a língua de Nick, apenas a ponta, correu lentamente de cima abaixo pela fenda profunda de minha xaninha, começando logo abaixo do meu cuzinho enrugado, deslizando pela fenda até o fundo onde meus pêlos pubianos começam para enfim mergulhar fundo na minha buceta.

As sensações de prazer incrivel tomando conta de mim, um calor ardente tomando conta da minha buceta ao ser invadida pela lingua experiente de Nick, gemi alto nas dobras gotejantes de Debora, e ela gemia combinando os sons de seus gemidos com os meus. Rebolei minha bunda contra o rosto de Nick, estava ficando tenso, a excitação, o calor tomavam conta de mim e senti minha buceta derramar liquidos na lingua de tia Nick que com isso chupava mais e mais, uma carga elétrica em minha barriga e coxas e peito e seios e pernas, rosto e braços e dedos.

Debora levou o braço, e empurrou meu rosto, afastando um pouco minha boca de sua buceta e enfiiou dois dedos pra dentro, puxando para trás e para cima simultaneamente, com um alto suspiro, arregaçando seu clitóris de baixo de seu capuz rosa. Olhei fixamente... como é grande, parecendo a ponta de meu dedo mindinho, vermelho, com uma ponta, que espreitava debaixo do capuz no topo dos lábios internos inchados de Debora.

- "Lambe ele ... suavemente ... muito suavemente ... apenas a ponta ... sim .... yessss ... lambê... lambê..."

Segui as orientações de Debora... seu grelo surpreendentemente duro sob minha língua, o resto da buceta de Debora era macio e escorregadio, mas o grelo era firme, e minhas lambidas nele claramente causavam deleite incrível em Debora que estava respirando cada vez mais rápido, eu acelerei as lambidas para tentar manter o ritmo.

Nick afudava mais sua lingua em mim, seu nariz esfregando em meu cuzinho, sugando-me em um ritmo constante, aumentando meu prazer tão rapidamente que minha cabeça girou.

Era difícil me concentrar e manter as lambidas no clítoris ereto de Debora e lidar com meu próprio prazer na língua experiente de tia Nick. Meu corpo inteiro era um fogo crescente, ardente, perigoso, conduzido pela língua de Nick. Por um instante ela tirou a boca do meu sexo, seu um tapinha em na minha nádega e disse:

- "Você é linda Jess... você sabe disso, não é?"

Sem esperar uma resposta minha, mergulhou seu rosto de volta em meu sexo, fazendo com que minha pele incendiasse. Um aperto assustador em minha barriga, minha xaninha parecia ... cheia ... de alguma forma. Derramando liquidos e espalhando calor por toda parte, a fenda formigando e piscando de prazer e excitação, impulsionada pela língua macia de tia Nick.

Na loucura do tesão eu ignorei as orientações de Débora e juntei em minha boca o clitóris todinho e a carne em volta dele, e passei a sugar fazendo movimentos com a lingua dentro da minha boca, esfregando a pontinha dele sem parar de sugar. Debora começou a gritar e a gozar jogando a cabeça de um lado para o outro, o corpo estremecendo toda. Nick ouviu e já sabia o que isso significava. O ritmo e intensidade de suas lambidas na minha buceta se intensificaram

- "Ohhhh Deus... ohhh-Deus... não pare ... não pare" agora era minha vez de gozar.

Nick abriu minhas dobras e sugou, Debora agarrou minha cabeça, seus dedos cavando em meu cabelo, empurrando minha cabeça para dentro de seu sexo. Suas coxas se fecharam em torno da minha cabeça, seus poderosos músculos tremendo em torno de minhas têmporas, o cheiro de sexo me envolvendo. Ela começou a tremer suas coxas, esmagando sua buceta no meu rosto e então Debora congelou. Ela respirou, ofegou, respirou novamente.

- "Eu vou de novo... Eu vou gozar. Eu vooouuuuu... "

- "Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh de ahhhhh ... OHHHHHHNG! 'MHHHHHOOOOONG!!!" e o resto era apenas algo incoerente gritando de prazer insuportável.

Ela esguichou quente e repetidamente no meu rosto entre os gritos de prazer, pensei que era um pouco nojento, até mesmo minha consciência da realidade parecia explodir em fragmentos e nem consegui pensar em mais nada pois meu próprio clímax começou instantaneamente quando tia Nick arregaçou os lábios da minha buceta e mergulhou entre eles mordendo direito na raiz do meu clitóris inchado e duro.

Houve um momento de suspensão, como o silêncio antes de uma tempestade, e eu tive um segundo para ofegar em voz alta que eu estava gozando, e então a terrível tensão em meu ventre pareceu deslizar para baixo em direção a minha buceta, de uma forma crescendo como se fosse uma Explosão nuclear, imparável, se transformando em convulsões, ondas elétricas de êxtase. Pensei que isso devia ser o clímax, o orgasmo, o fim, mas então a tensão da onda de prazer atingiu a minha bucetinha inchada, era como uma ampliação das convulsões que começaram em minha barriga, aumentando e depois explodindo, no clitóris na boca de Nick, e só então o prazer sexual envolvente se transformou em êxtase.

Eu tremia toda em convulsões, tudo queimando, mãos, pés, ânus, pernas, nádegas. Me parecia ter saido do meu corpo e me ouvi gritar e gritar de novo na buceta embriagante de Debora, completamente fora de controle, gritei repetidamente no sexo de Debora, novamente, outra vez, e outra vez e mais uma vez, e, finalmente cai sobre um precipício.

Fiquei momentaneamente cega e tudo ficou preto. Então senti minhas coxas lentamente relaxando em pequenos tremores e espasmos. O prazer ainda estava lá, lentamente desaparecendo, desvanecendo-se, até que finalmente voltei... Minha bucetinha derretendo toda, pingando, escorrendo, enviando ondas trêmulas através de mim. Tia Nick mordiscando minhas nádegas e coxas, um dedo pressionando suavemente e esfregando meu ânus, estremeci como que sentindo um calafrio de frio.

- "Você está bem?" A voz de tia Nick era grossa e grunhida com sua própria excitação ainda insatisfeita.

- "Oh deus ... oh meu deus ... oh meu - deus ..." era tudo que eu podia falar,

Minha cabeça ainda girando do orgasmo. O clitoris de Debora, duro como um dedinho, ainda estava exposto à minha frente, soprei nele e Debora riu. Meu rosto fedia à buceta, fedia sexo, o cheiro mais maravilhoso que eu já tinha cheirado. Os fluidos de Debora, gozo, mijo, ou seja lá o que for que esguichou tão poderosamente da buceta dela, estranhamente não me incomodava, era insuportavelmente sexy em vez disso.

- "Isso é maravilhoso... Você vai me ajudar agora?" Nick me perguntou suavemente.

- "Sim! Por favor..."

Debora fechou as pernas e se moveu para o lado, tia Nick se deitou ao lado dela, abrindo bem as pernas.

Ela certamente é bem diferente de Debora... mais velha, sua buceta gorda, inchada, tinha um grosso e proeminente capuz no clítoris, que se destacava no ápice do montículo, o boné franzido descia em dois lábios largos que brotavam fora de suas peludas dobras externas, bordas cor-de-rosa, largas e perfeitamente simétricas. Seu cheiro era forte, um musk de excitação feminina, sutilmente diferente de Debora. Sua fenda brilhando molhada, escorrendo de tão excitada que estavaDeitei-me em meio as duas, virei de lado, colocando o peito esquerdo da tia Nick em minha boca, suguei, e quando passei a mordiscá-lo, minha tia ofegou, respirou profundamente:

- "Eu... lambo? O que você quer...?" Perguntei, levando minha mão para o sexo encharcado da tia Nick. Incrivelmente, eu estava ficando excitada novamente com a visão e o cheiro. Esta é a minha tia... a buceta da tia, o clitoris da tia, o... Anus? Tentei procurá-lo, mas estava perdido na parte inferior do seu traseiro.

- "Enfie seus dedos em mim... na minha buceta... enfie... Estou perto.."

Tempos mais tarde eu aprendi as diferenças entre Debora e Nick. Debora gostava de lamber e esfregar, mas não precisava de penetração(as vezes ela pedia). Já tia Nick e ficava louca com isso, tinha muito mais prazer com alguns dedos, ou um vibrador ou o strap-on que Debora gostava de usar pra foder com ela. Debora chegava a gozar somente fodendo Nick com o strap-on, sem nem se tocar, apenas com a excitação dos gemidos e a visão do prazer de Nick sendo fodida por ela.

Estendi minha mão acariciando os lábios gordos sedosos do sexo de Nick. Ela sibilou bruscamente, "ISSSSSSH" então começou a respirar profundamente. Enfiei um dedo na fenda, apenas a metade, girando, explorando, encontrando umidade e calor, senti o buraco de tia Nick, então afundei todo ele na vagina de minha tia, encontrando profundidade, molhado, convidativo e escorregadio, provocando outro suspiro e gemido profundo.

Então de repente a buceta se contraiu e agarrou poderosamente meu dedo, Nick sibilou de novo, rosto vermelho, beijando febrilmente a boca de Debora. Passei a sugar mais forte em seu peito direito, mordendo o mamilo. Outro gemido ofegante, desta vez mais alto, mais alto.

- "Outro... mais um... mete..." ela pediu como num lamento

- "Outro o que?" eu decidi ser sarcástica.

- "Outro dedo..."

- "Onde?"

- "Na minha buceta... oh, por favor... mete!"

Mudei de posição, largando o seio de tia Nick e mergulhando em meio a suas pernas. Empurrei dois dedos dentro dela com força e lambi o capuz do clítoris dela de um lado e depois pelo outro. Ela sibilou, começou a bocejar, sua vagina apertou poderosamente em torno dos meus dedos. Debora por sua vez passou a chupar os seios dela de forma selvagem, com força, mordendo os bicos e apertando com as mãos os peitões de tia Nick.

- "Ahhh... Eu vou gozar... Eu vou gozar querida... sim... issso... chupe...!"

Cuidadosamente belisquei seu capuz com os dentes, puxando-o de volta, e de volta, até que seu clitóris apareceu. Macia e cor-de-rosa, de cabeça sem corte, muito maior que o de Debora(apesar de grande, a ponta do clitoris de Debora era uma pirâmide minúscula) olhei maravilahda o grelão de tia Nick e mergulhei a cabeça para frente lambendo firmemente a ponta da cabeça com a língua plana. Uma vez. Duas vezes. Três vezes.

- "Eu vou gozar querida... Estou vindo... estou vindo!!! Ahhh! Ahhh! AhhhhHHHH !!! AhhhHHHHH! Ahhhhhhhhh UNGHAAAHHHH! UngAHHH! Ahhhhahaaaa !!! "

Peguei o clitoris todo em minha boca e empurrei meus dois dedos o mais fundo posivel na buceta da tia Nick que chegou ao orgasmo sacudindo-se para trás e arqueando-se na cama, gritando de prazer, sua buceta travada nos meus dedos e então começou... tremor? Agarrou e soltou, segurou e soltou os meus dedos em um ritmo louco, acompanhado de gritos borbulhantes, gritos de êxtase de "AhhhHHH!", em sintonia com cada contração poderosa de sua buceta em torno dos meus dedos. Tentei seguir seus quadris girando, tentei apertar minha boca no clitóris enorme dela, mas tia Nick estava convulsiva e eu só conseguiu colidir meu queixo e as bochechas contra os lábios de sua buceta peluda e gorda algumas vezes.

Debora estava mordendo o seio esquerdo, tão forte que estava deixando marcas, Nick gritava e gritava e se retorcia, os mais belos sons que eu já ouvi alguém fazer, até que finalmente depois de mais um grito agudo de orgasmo, a tensão explodiu para fora de seu corpo estremecendo, seu fluido estourou pra fora de sua buceta jorrando sobre meu rosto, e ela desabou de volta na cama, ofegante como se ela tivesse corrido uma maratona.

Debora soltou seu peito da boca com um estalo alto, marcas vermelhas onde tinha mordido o mamilo e a pele branca em torno da auréola escura de Nick, Debora se moveu para cima e começou a beijá-la na boca, lambendo o queixo, nariz e maçãs do rosto, sua mão deslizando para baixo entre as pernas de Nick para sentir a porra que lambuzava tudo.

Sequei meu rosto um pouco, esfregando minha face no luxuriante triângulo escuro dos pentelhos de minha tia, depois deslizei para o outro lado de Nick. O quarto cheirava a mulher, suor de paixão, fluidos, buceta excitada...

Eu não imaginava que tia Nick gostava de sexo agressivo, seu peito do meu lado estava claramente ferido em torno do bico(dos puxões de Debora). Em um impulso lambi o mamilo escuro, e fui recompensada com um "hummmmm ..." e um braço em torno de mim.

Por muitos minutos ficamos assim, Debora e Nick se beijando, Nick ainda ofegante, eu observando, sentindo-me um pouco excluída, ocasionalmente mergulhando minha cabeça para mordiscar o mamilo de Nick, acariciando o flanco e o quadril da minha tia com a mão esquerda. Percebi que os sons que eu tinha ouvido algumas noites atrás eram apenas estes - Nick no meio do clímax sexual.

- "Uau ..." foi tudo que Nick conseguiu dizer alguns minutos depois quando me beijou na testa.

- "Você gostou?"

Movi meu corpo pra cima dela e beijei a boca de minha tia com tesão. Debora me olhou e sorriu dizendo "Obrigado ..." Instintivamente percebi que ela estava se referindo à magnífica lambedura de buceta que eu tinha dado a ela. -

- "Como você sabia que...?

- "Eu não sei ... Eu só fiz o que eu pensei que eu gostaria."

- "Menina inteligente ..."

Nick moveu sua mão para baixo e agarrou levemente o montículo quase sem pêlos da minha xaninha, esfregou a carne macia, acariciou-a me olhando nos olhos disse:

- "Delicia... você não sabe quanto tempo eu quis isso?"

- "Você queria... eu? Como isso? " perguntei surpresa.

Tia Nick moveu a outra mão, agarrou a virilha peluda de Debora e sacudiu-a de um lado para o outro.

- "Deb me convenceu." Elas sorriram e se beijaram.

- "Eu quero alguns também ...!" eu pedi

Debora afastou sua boca de Nick, agarrou meu rosto e aproximou minha cabeça mais perto dela e me beijou na boca com volupia. Ela tinha um gosto diferente, e sua língua era dura e instantâneamente procurou a minha, depois de alguns momentos Debora gemeu e afastou-a.

- "Você é muito gostosa garota..."

- "Desde quando você me quer ... assim?" perguntei a tia Nick

- "Jess... desde que você tinha treze anos, garota."

- "Mesmo?"

- "Mesmo."

- "Uau... eu nunca imaginei..."

- "Você não deveria, mesmo querida."

- "Mas por que?"

Nick olhou para Debora. Ela sorriu.

- "Sua mãe... bem..."

- "Minha mãe?"

- "Querida, você não conhece sua mãe."

- "Eu não entendo."

- "Tivemos alguns... orgasmos juntas."

Eu estava ridiculamente chocada. Minha mãe sempre foi tão negativa sobre isso. Seu modo conservador de se vestir, os discursos que ela gostava de dar sobre pecado e coisas assim...

- "Você fez?! Como?"

Ambas as mulheres mais velhas riram.

- "Eu era a irmã mais velha, sempre no comando. Bem, um dia discutimos por algo e ela se rebelou. Nem consigo me lembrar como começou, mas nós lutamos. Ela tinha dezoito anos, eu tinha dezenove anos. Eu descobri o meu... bem como dar prazer pra mim mesmo. De qualquer maneira, eu era mais forte e mais pesada. Ela estava gritando e tentando fugir então eu puxei suas calças para baixo e empurrei meus dedos nela. "

fiquei surpresa. "Bem desse jeito?" Nick assentiu com a cabeça.

- "Sua mãe instantaneamente se acalmou e apenas me olhou estranha. Eu aprendi a me masturbar com doze anos, então eu sabia o que fazer. Eu comecei a esfregá-la e ela meio que... me senti tão... um pouco... Eu também me emocionei e logo tirei minhas calças também. Eu continuei esfregando a minha buceta e a dela e ela gozou rapidamente e eu também. Era muito melhor do que fazer sozinha ou com um menino."

- "Então você tem...? Com homens?

- "Uma ou duas vezes... é muito diferente. À s vezes é bom, mas... " ela olhou para Debora, que a beijou com ternura.

Esse era outro mundo que eu queria explorar... mas o que eu descobri era tão interessante e tão bom... Fizemos amor naquela noite novamente, e em algum momento durante a madrugada Debora chupou minha bucetinha enquanto Nick dormia. Eu simplesmente não consegui ficar quieta o suficiente - Debora tinha a habilidade de saber exatamente onde e como manipular meu clitoris pra me fazer subir às parede de prazer - então tia Nick acordou e fez um 69 comigo até eu gozar novamente.

Para meu espanto, eu descobri que o primeiro orgasmo tinha sido apenas o nível de entrada de prazer que eu poderia experimentar. Eu gozei multiplas vezes, descobri os êxtases que as mulheres mais velhas podiam proporcionar em mim, ficando cada vez mais intensos até que eu não pudesse mais reagir, apenas sentir e ofegar como se estivesse desmaiando de prazer.

Aprendi uma quantidade incrível de coisas sobre como dar prazer e sentir prazer. Diferenças sutis entre minhas duas parceiras - minha tia que gostava de sexo um pouco mais agressivo, com um pouco de mordida e beliscão, e ser penetrada pra gozar. Debora que adorava toques sensuais, ternos e beijos, mas também obtinha prazer me fazendo gozar intensamente, me penetrando com seu cinto.

Mas isso já é outra história.

Comentários

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30/06/2017 09:25:05
Uau! Quanta volúpia! Que êxtase! Um dos contos mais vibrantes dos últimos tempos! Um contraste maravilhoso entre as cenas e nossa libido em velocidade máxima! Nossa, espetacular mesmo! Nota mil!

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